O câncer primário de origem desconhecida (CPD) é definido pela presença de doença metastática na qual o sítio primário é indetectável. A tomografia computadorizada do corpo é realizada rotineiramente na busca do câncer primário e são feitos procedimentos invasivos em casos selecionados.
A imagem de ressonância magnética da mama possibilita a identificação de um tumor primário oculto da mama em <75% das mulheres com adenocarcinoma e acometimento do linfonodo axilar e pode influenciar no tratamento cirúrgico. A tomografia por emissão de pósitrons pode também ser utilizada no diagnóstico dos CPD, porém seu valor é controverso.
As citoqueratinas sete e 20 e o fator de transcrição tireóidea são alguns dos marcadores histoquímicos utilizados na maioria dos pacientes que apresentam metástase de adenocarcinoma. Alguns dos marcadores imunohistoquímicos recentemente descobertos são um auxílio adicional para a acurácia do diagnóstico diferencial. O papel do perfil molecular para fazer o diagnóstico, estabelecer o prognóstico e avaliar a resposta ao tratamento nos CPD está em expansão.
Em um artigo publicado recentemente na Cancer, os autores discutem o papel dos marcadores histoquímicos no diagnóstico do CPD e os dados mais recentes em relação à utilização da imagem e de modalidades diagnósticas invasivas bem como dos perfis de expressão gênica.
Diagnostic strategies for unknown primary cancer - Cancer - 2004; Volume 100, Issue 9:1776 - 1785
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Published Online: 22 Mar 2004
Copyright © 2004 American Cancer Society
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Review Article
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Diagnostic strategies for unknown primary cancer
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Gauri R. Varadhachary, M.D. * , James L. Abbruzzese, M.D., Renato Lenzi, M.D. |
Department of Gastrointestinal Medical Oncology, University of Texas M. D. Anderson Cancer Center, Houston, Texas
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| email: Gauri R. Varadhachary (gvaradha@mdanderson.org) |
*Correspondence to Gauri R. Varadhachary, Department of Gastrointestinal Medical Oncology, University of Texas M. D. Anderson Cancer Center, 1515 Holcombe Boulevard, Unit 426, Houston, TX 77030-4009  Fax: (713) 745-1163
| neoplasms • unknown primary cancer • immunohistochemistry • imaging techniques • DNA microarrays |
Unknown primary cancer (UPC) is defined by the presence of metastatic disease for which a primary site is undetectable on presentation. Computed tomography scan of the body was performed routinely in search of the primary cancer and invasive procedures were pursued in selective cases. Magnetic resonance imaging of the breast enables identification of an occult breast primary tumor in 75% of women who present with adenocarcinoma in the axillary lymph nodes and can influence surgical management. Positron emission tomography scan also can be used in the diagnosis of UPCs, but its value is controversial. Cytokeratins 7 and 20 and thyroid transcription factor are some of the histochemical markers used in most patients who present with metastatic adenocarcinoma. Some of the newly discovered immunohistochemical markers further assist in narrowing the differential diagnosis. The role of molecular profiling to make the diagnosis, establish the prognosis, and assess the response to treatment in UPCs is evolving. The authors discuss the role of histochemical markers in the diagnosis of UPC and the most recent data regarding the use of imaging and invasive diagnostic modalities and gene expression profiles. Cancer 2004. © 2004 American Cancer Society. | |