Ortopedia/Fisioterapia/Coluna/T.O. - Laminectomia Lombar para Ressecção de Cisto Sinovial e Estenose Espinhal Lombar Coexistente ou Espondilolistese Degenerativa: Um estudo do resultado
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Laminectomia Lombar para Ressecção de Cisto Sinovial e Estenose Espinhal Lombar Coexistente ou Espondilolistese Degenerativa: Um estudo do resultado

06/07/2004


 

Pesquisadores de Nova Iorque realizaram um estudo recentemente publicado na revista Spine para avaliar os resultados após laminectomia e excisão de estenose/cisto sinovial com ou sem deslizamento. As medidas evolutivas foram utilizadas para avaliar os resultados de laminectomias descompressivas para a excisão de cistos sinoviais com estenose lombar coexistente (45 pacientes) e espondilolistese degenerativa (35 pacientes), baseadas no cirurgião e paciente (SF-36) e merecem investigação futura.

Antes da cirurgia, pacientes com cisto/estenose sinovial ou cisto/estenose espondilolistese degenerativa apresentaram, respectivamente, dor lombo-sacral (40 e 33 pacientes), radiculopatia (43 e 33) e claudicação neurológica (41 e 26). A cirurgia requereu uma média de 3,8 e 3,5 níveis de laminectomia, respectivamente, para pacientes com cisto/estenose, e cisto/estenose e deslizamento. Os resultados foram avaliados dois anos após a cirurgia.

Cinco dos 45 pacientes submetidos à laminectomia isolada para cisto/estenose desenvolveram deslizamento pós-operatório. Dos 35 pacientes com cisto/estenose e grau 1 de espondilolistese degenerativa pré-operatória, o deslizamento aumentou para grau 2 após a cirurgia em onze pacientes. Resultados bons ou excelentes (58% e 63%) e aumento no SF-36 na Escala de Função Médica (Physical Function Scale: +44 e +38 pontos) foram, respectivamente, documentados para esses dois grupos.

Os autores concluíram que se utilizando tanto as medidas de resultado do cirurgião e SF-36, em dois anos de acompanhamento após laminectomia para cisto sinovial/ estenose lombar com ou sem deslizamento, pacientes exibiram um grau moderado de melhora. Como o cisto sinovial reflete um rompimento na faceta da junta e algum grau de instabilidade, os autores afirmaram que a fusão primária deve ser considerada para melhorar os resultados cirúrgicos para pacientes em ambas categorias.

 Lumbar Laminectomy for the Resection of Synovial Cysts and Coexisting Lumbar Spinal Stenosis or Degenerative Spondylolisthesis: An Outcome Study - Spine 2004: 29(9): 1049-1055 04; 328: 977-980

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May 1, 2004, 29:9 > The Effect of Compressive Axial...
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Fulltext  |  PDF (684 K)
The Effect of Compressive Axial Preload on the Flexibility of the Thoracolumbar Spine.
Spine. 29(9):988-993, May 1, 2004.
Tawackoli, Wafa BS *; Marco, Rex MD +; Liebschner, Michael A. K. PhD *

Abstract:
Study Design: An in vitro flexibility study of the human thoracolumbar spine under compressive preload.

Objective. To attain kinematics descriptive of the thoracolumbar spine in vitro by applying a pure bending moment under a range of physiologic compressive preloads.

Summary of Background Data. Many studies on the mechanical behavior of the spine under pure moment have been conducted; however, little is known regarding variations in the range of motion of the thoracolumbar spine attributable to simulated body weight and other physiologic load conditions.

Methods. Five fresh human cadaveric thoracolumbar spine specimens (T9-L3) were used. Five compressive axial preloads ranging from 75 to 975 N were applied to each specimen along the spinal curvature through four adjustable brackets attached to each vertebral body. Flexibility measurements were taken by applying a maximum of 5 Nm pure bending moment to the specimen in flexion and extension. The flexibilities in flexion and extension for each loading case were compared.

Results. The thoracolumbar spine supported compressive preloads as much as 975 N without damage or instability in the sagittal plane when the preload was applied along the natural curvature of the spine through estimated centers of rotation. The flexibility in bending (flexion/extension) of the ligamentous thoracolumbar spine decreased with increasing compressive preload.

Conclusion. A higher bending stiffness was reached after the compressive load exceeded 500 N. Such knowledge could be used to establish better testing guidelines for implant evaluation and more realistic loading conditions.


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