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Câncer/Oncologia/Tumor
Pouch Miami é boa opção terapêutica para Derivação Urinária Continente realizada devido a dano induzido por Exenteração ou Radiação
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11/08/2004 |
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Pesquisadores ligados a University of Miami School of Medicine, ao Jackson Memorial Hospital e ao Sylvester Comprehensive Cancer Center publicaram, recentemente, no American Journal of Obstetrics and Gynecology, um estudo em que avaliaram os resultados obtidos com a realização de um reservatório urinário íleo-colônico continente, conhecido como pouch Miami.
Foram incluídos, no estudo, todos os pacientes que, desde 1988, receberam o pouch Miami em procedimento realizado na Divisão de Ginecologia e Oncologia da University of Miami School of Medicine. Os parâmetros avaliados foram: evolução funcional, complicações perioperatórias precoces e tardias, e o tratamento realizado.
Noventa pacientes foram tratados entre Fevereiro de 1988 e Dezembro de 2002. Setenta e oito pacientes (87%) apresentavam recidiva de neoplasia maligna de pelve central, e 82 pacientes (91%) foram tratados com radioterapia antes da realização do pouch Miami. As morbidades não relacionadas ao pouch foram as seguintes: febre (76%), complicações da ferida operatória (30%), coleção pélvica (12%), obstrução ileal ou de intestino delgado (12%) e morte no período pós-operatório (11%). As complicações mais freqüentes, relacionadas ao reservatório, foram infecção urinária (40%), estenose uretral (20%) e dificuldade à auto-cateterização (18%). Neste estudo, a taxa geral de complicações relacionada diretamente ao pouch Miami foi igual a 53%, sendo que o tratamento conservador resolveu mais de 80% das complicações. A continência urinária foi obtida em 93% dos indivíduos submetidos com a realização do pouch Miami ao longo de 15 anos.
Portanto, os pesquisadores concluíram que o pouch Miami é boa opção terapêutica para derivação urinária continente realizada devido a dano induzido por exenteração ou radiação.
Continent ileocolonic urinary reservoir (Miami pouch): the University of Miami experience over 15 years. - American Journal of Obstetrics and Gynecology 2004; 190(4): 994-1000
American Journal of Obstetrics and Gynecology Volume 190, Issue 4 , April 2004, Pages 876-877
|  doi:10.1016/j.ajog.2003.12.026 Copyright © 2004 Elsevier Inc. All rights reserved.
Editors' choice
Incorporating newborn screening into prenatal care*1
abElizabeth D. Campbell MA and Lainie Friedman Ross MD, PhD , ,
Departments of Sociologya and Pediatrics,b University of Chicago, and the MacLean Center for Clinical Medical Ethics,b University of Chicago, Chicago, Ill, USA
Received 20 May 2003; Revised 13 August 2003; accepted 22 December 2003. Available online 24 April 2004.
Abstract
Research with focus groups of parents suggests that information on newborn metabolic screening needs to be integrated into prenatal care. Such a practice change can only occur with the support of the obstetric community.
Author Keywords: Newborn screening; Prenatal care; Parental attitudes
Corresponding author. Reprint requests: Lainie Ross, MD, PhD, University of Chicago, Department of Pediatrics, 5841 S Maryland Ave, MC 6082, Chicago IL 60637.
*1 Work on this project was supported by a Harris Foundation Grant, Ethical Analysis and Public Policy Recommendations Regarding the Genetic Testing of Children.
IMPORTANTE
- Procure o seu médico para diagnosticar doenças, indicar tratamentos e receitar remédios.
- As informações disponíveis no site da Dra. Shirley de Campos possuem apenas caráter educativo.
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