Vascular/Cirurgia Vascular/Circulação - Taxa De Patncia Funcional De Veia Braquial-Axilar Translocada Para Regio Fmoro-Popltea Excelente Aps 18 Meses
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Vascular/Cirurgia Vascular/Circulação

Taxa De Patncia Funcional De Veia Braquial-Axilar Translocada Para Regio Fmoro-Popltea Excelente Aps 18 Meses

04/10/2004
 




Pesquisadores publicaram, recentemente, no Journal of Vascular Surgery, um estudo em que procuraram avaliar a utilidade da translocao autloga de veia braquial-axilar para a regio fmoro-popltea superficial em pacientes submetidos hemodilise complexa ou terciria.

 

Pacientes que apresentavam acesso permanente para hemodilise, sem extremidade venosa superior adequada para acessos autgenos, identificados ao ultrassom-doppler, e pacientes que apresentavam prteses com falncias repetidas para acesso vascular, foram considerados candidatos para serem submetidos translocao autloga de veia braquial-axilar para a regio fmoro-popltea superficial. Os indivduos foram submetidos avaliao pr-operatria com arteriografia e venografia de membros superiores.

 

Trinta pacientes (idade mdia = 54 + 15 anos; sexo masculino = 33%; etnia branca = 37%; portadores de diabetes = 50%; obesos = 21%) foram submetidos translocao autloga de veia braquial-axilar para a regio fmoro-popltea superficial, dentre, aproximadamente, 650 procedimentos cirrgicos de realizao de fstulas a cu aberto, no perodo de estudo. Os pacientes estavam em tratamento com dilise por 4 + 5 anos (variao: 0 24 anos), e apresentavam 3 + 3 acessos venosos prvios (variao: 0 17), enquanto que 90% dos pacientes pertencentes ao estudo era dializado atravs de cateteres tunelizados.

 

A mortalidade intra-hospitalar em 30 dias foi igual a 3%, e a permanncia hospitalar foi de 7 + 7 dias. Cinqenta e sete por cento apresentou algum tipo de complicao perioperatria, e 38% necessitou algum procedimento cirrgico corretivo. Verificou-se isquemia de mo em 43% dos pacientes (graduao de gravidade: um = 10%; dois = 7%; trs = 27%), e foi realizada revascularizao distal em todos os pacientes que apresentaram isquemia grau trs. Complicaes da ferida cirrgica ou hematomas em membro inferior ocorreram em 23% dos pacientes, e complicaes da ferida cirrgica ou hematomas em membro superior foram verificadas em 17% dos indivduos.

 

A incidncia de complicaes da ferida cirrgica em membro inferior foi significativamente mais freqente em indivduos obesos (57% vs. 9%; p=0,03), porm as demais complicaes perioperatrias analisadas no puderam ser previstas por idade, sexo ou outras comorbidades. A translocao autloga de veia braquial-axilar para a regio fmoro-popltea superficial foi canulada 7 + 1 semanas aps a cirurgia.  As taxas de patncia primria, primria assistida e secundria foram iguais a 96% + 4%, 100% + 0%, e 100% + 0%, respectivamente, em 6 meses; 79% + 8%, 91% + 6%, e 100% + 0%, respectivamente, em 12 meses; e 67% + 13%, 86% + 9%, e 100% + 0%, respectivamente, em 18 meses.

Os pesquisadores concluram que a taxa de patncia funcional de veia braquial-axilar translocada para regio fmoro-popltea excelente aps 18 meses.

 Outcome after autogenous brachial-axillary translocated superficial femoropopliteal vein hemodialysis access - Journal of Vascular Surgery; 2004; 40(2).


Clinical Research Study
Outcome after autogenous brachial-axillary translocated superficial femoropopliteal vein hemodialysis access

Thomas S. Huber, MD, PhD a * [MEDLINE LOOKUP]
Christa M. Hirneise, RN a [MEDLINE LOOKUP]
W. Anthony Lee, MD a [MEDLINE LOOKUP]
Timothy C. Flynn, MD a [MEDLINE LOOKUP]
James M. Seeger, MD a [MEDLINE LOOKUP]
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Objective The optimal configuration for patients with complex or tertiary hemodialysis access needs remains undefined. This study was designed to examine the utility of the autogenous brachial-axillary translocated superficial femoropopliteal vein access (SFV ACCESS) in this subset of patients.

Methods Patients presenting for permanent hemodialysis access without a suitable upper extremity vein for autogenous access identified by duplex ultrasound mapping and those with repeated prosthetic access failures were considered candidates for SFV ACCESS. Ankle-brachial indices were obtained, and duplex scanning of the superficial femoropopliteal and saphenous veins was performed. Patients deemed candidates for SFV ACCESS also underwent preoperative upper extremity arteriography and venography. A retrospective review of the complete medical record was performed, and a follow-up telephone or personal interview was conducted.

Results Thirty patients (mean age SD, 54 15 years; male, 33%; white, 37%; with diabetes, 50%; obese, 21%) underwent SFV ACCESS among approximately 650 access-related open surgical procedures during the study period. The patients had been receiving dialysis for 4 5 years (range, 0-24 years), and had 3 3 (range, 0-17) prior permanent accesses, whereas 90% were actively dialyzed through tunneled catheters. In-hospital 30-day mortality was 3%, and the hospital length of stay was 7 7 days. Fifty-seven percent of the patients experienced some type of perioperative complication, and 38% required a remedial surgical procedure. Hand ischemia developed in 43% of the patients (severity grade: 1, 10%; 2, 7%; 3, 27%), and a distal revascularization, interval ligation was performed in all those with grade 3 ischemia. Thigh wound complications or hematomas developed in 23% of the patients, and arm wound complications or hematomas developed in 17%. The incidence of thigh wound complications was significantly greater (57% vs 9%; P = .03) in obese patients, but the other perioperative complications analyzed could not be predicted on the basis of age, gender, or comorbid conditions. The SFV ACCESS was cannulated 7 1 weeks postoperatively. The primary, primary assisted, and secondary patency rates were 96% 4%, 100% 0%, and 100% 0%, respectively, at 6 months; 79% 8%, 91% 6%, and 100% 0%, respectively, at 12 months; and 67% 13%, 86% 9%, and 100% 0%, respectively, at 18 months (life table analysis; % SE).

Conclusions The intermediate term functional patency rate after SFV ACCESS is excellent, although the magnitude of the procedure and the complication rate are significant. SFV ACCESS should only be considered in patients with limited access options.


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