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Dermatite e Rash do Recém-nascido da Síndrome da Hiperimunoglobulina E

28/10/2004



 

Pesquisadores americanos realizaram um estudo, recentemente publicado na revista Archives of Dermatology, com o objetivo de caracterizar a dermatite, rash do recém-nascido e achados cutâneos na síndrome da hiperimunoglobulina E (SHIE), também conhecida como síndrome de Job.

 

Uma avaliação prospectiva e retrospectiva e o tratamento de manifestações cutâneas foram realizados em 43 pacientes com um diagnóstico clínico de síndrome da hiper-IgE (SHIE) entre janeiro de 1998 e agosto de 2003 na clínica dermatológica dos Institutos Nacionais de Saúde, em Bethesda, Maryland. Foi feita uma análise do rash do recém-nascido encontrado nesta população. Foram utilizados os Critérios Diagnósticos do Grupo de Trabalho do Reino Unido (UK Working Party's Diagnostic Criteria) para Dermatite Atópica. Para avaliar o rash do recém-nascido, foram realizadas uma revisão retrospectiva e uma entrevista pessoalmente ou por telefone dos pais ou responsáveis de cada paciente.

 

Vinte e oito (65%) dos 43 pacientes satisfizeram o critério para dermatite atópica. Trinta e cinco (81%) dos 43 pacientes relataram um rash do recém-nascido. Oito (19%) dos 43 nasceram com o rash, 23 (53%) dos 43 adquiriram o rash dentro de sete dias, 32 (74%) dos 43 dentro de 14 dias, 34 (79%) dos 43 dentro de 30 dias e 35 (81%) dos 43 tiveram rash dentro de 35 dias do nascimento.

 

Os autores concluíram que a dermatite na SHIE se assemelha com a dermatite atópica clássica, mas pode ter características distintas e que rash do recém-nascido é quase sempre um sinal presente da SHIE. Afirmaram ainda que após o período neonatal os achados cutâneos incluíram fissuras retroauriculares, otite externa, dermatite infectada da axila e virilha, foliculite da parte superior das costas e ombros, abcesso cutâneo, candidíase mucocutânea e, em alguns pacientes, cicatrização deprimida da face.

 Dermatitis and the Newborn Rash of Hyper-IgE Syndrome - Archives of Dermatology; 2004; 140: 1119-1125.

Dermatitis and the Newborn Rash of Hyper-IgE Syndrome

Cheryl Lee D. Eberting, MD; Joie Davis, APRN, APNG; Jennifer M. Puck, MD; Steven M. Holland, MD; Maria L. Turner, MD

Arch Dermatol. 2004;140:1119-1125.

Objective  To characterize the dermatitis, the newborn rash, and cutaneous findings in hyper-IgE syndrome, also known as Job's syndrome.

Design  Prospective and retrospective evaluation and treatment of cutaneous manifestations in patients with a clinical diagnosis of hyper-IgE syndrome (HIES). Analysis of the newborn rash encountered in this population.

Setting  Dermatology clinic at the National Institutes of Health, Bethesda, Md.

Patients  Forty-three patients seen in our clinic between January 1998 and August 2003 who had a clinical diagnosis of HIES.

Interventions  The UK Working Party's Diagnostic Criteria for Atopic Dermatitis were used to assess for atopic dermatitis in this population. To assess the newborn rash, we performed a retrospective chart review and an in-person or telephone interview of the parent or caregiver of each patient.

Results  Twenty-eight (65%) of 43 patients fulfilled the criteria for atopic dermatitis. Thirty-five (81%) of 43 patients reported a newborn rash. Eight (19%) of 43 were born with the rash; 23 (53%) of 43 had acquired the rash within 7 days; 32 (74%) of 43 within 14 days; 34 (79%) of 43 within 30 days; and 35 (81%) of 43 had the rash within 35 days of birth.

Conclusions  The dermatitis in HIES resembles classic atopic dermatitis but may have distinctive features. A newborn rash is almost always a presenting sign of HIES. After the newborn period, skin findings include retroauricular fissures, external otitis, infected dermatitis of the axillae and groin, folliculitis of the upper back and shoulders, cutaneous abscesses, mucocutaneous candidiasis, and in some patients pitted scarring of the face.


From the Dermatology Branch, Center for Cancer Research, National Cancer Institute (Drs Eberting and Turner), the National Human Genome Research Institute (Ms Davis and Dr Puck), and the National Institute of Allergy and Infectious Diseases (Dr Holland), Bethesda, Md. The authors have no relevant financial interest in this article.



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