A resistência à insulina ou insulinorresistência é definida como uma resposta reduzida aos efeitos desse hormônio no corpo. Por exemplo, em uma pessoa com resistência à insulina uma aplicação pode diminuir a glicemia de 105 para 85 mg/dL. Em uma pessoa normal, a aplicação da mesma quantidade de insulina poderia diminuir a glicemia de 105 para 40 mg/dL. A resistência à insulina é mais freqüente em pacientes idosos, mas a causa mais comum é a obesidade. Esse tipo de reação leva ao aumento da produção de insulina pelo pâncreas num esforço para superar a resposta deficitária ao hormônio. Quando a produção aumentada de insulina pelo pâncreas não supera a resistência ao hormônio, os níveis sangüíneos de glicose aumentam. O diagnóstico de diabetes do tipo 2 é feito quando a glicemia de jejum está igual ou maior que 126 mg/dL. Não é necessário um teste especial para saber se o paciente tem resistência à insulina porque todos os casos de diabetes do tipo 2 estão associados à resistência à insulina. Por outro lado, nem todo paciente com resistência à insulina é diabético. Caso o paciente tenha glicemia de jejum maior do que 110 mg/dL e menor do que 126 mg/dL ele pode ser classificado como resistente à insulina e deve ser aconselhado a perder peso e ter uma dieta mais equilibrada para evitar a evolução para diabetes.
IMPORTANTE
- Procure o seu médico para diagnosticar doenças, indicar tratamentos e receitar remédios.
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