Minerais - Bário
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Minerais

Bário

14/01/2005

Bário: Propriedades


Propriedades do Elemento:

  • Nome: Bário
  • Número Atômico: 56
  • Símbolo Químico: Ba

Propriedades Atômicas:

  • Massa Atômica: 137.327
  • Eletronegatividade:
    • Pauling: 0.89
    • Allred: 0.97
    • Absoluta: 2.4 eV
  • Eletroafinidade: -46 kJ mol-1
  • Polarizabilidade: 39.7 Å3
  • Carga Nuclear Efetiva:
    • Slater: 2.85
    • Clementi: 7.58
    • Froese Fischer: 10.27
  • Raios:
    • Ba 2 +: 143 pm
    • Atômico: 217.3 pm
    • Covalente: 198 pm

Propriedades Eletrônicas

  • Energias de Ionização Sucessivas:
    • Ba -› Ba + : 502.8 kJ mol-1
    • Ba+1 -› Ba+2 : 965.1 kJ mol-1
    • Ba+2 -› Ba+3 : (3600) kJ mol-1
    • Ba+3 -› Ba+4 : (4700) kJ mol-1
    • Ba+4 -› Ba+5 : (6000) kJ mol-1
    • Ba+5 -› Ba+6 : (7700) kJ mol-1
    • Ba+6 -› Ba+7 : (9000) kJ mol-1
    • Ba+7 -› Ba+8 : (10200) kJ mol-1
    • Ba+8 -› Ba+9 : (13500) kJ mol-1
    • Ba+9 -› Ba+10 : (15100) kJ mol-1
  • Íons Comuns : Ba 2 +

Propriedades da Substância Elementar:

  • Substância Elementar Mais Comum : Ba
  • Classe de Substâncias Elementares : Metal
  • Origem : Natural
  • Estado Físico : Sólido
  • Densidade [298K] : 3594 kg m-3
  • Preço : 8800$
  • Rede Cristalina : cúbica de corpo centrado

Propriedades Termodinâmicas:

  • Ponto de Fusão : 1002 K
  • Ponto de Ebulição : 1910 K
  • Condutividade Elétrica [298K] : 2x10+06 Ohm-1m-1
  • Condutividade Térmica [300K] : 18.4 W m-1K-1
  • Calor de:
    • Fusão: 7.66 kJ mol-1
    • Vaporização: 150.9 kJ mol-1
    • Atomização: 180 kJ mol-1

Foi um sapateiro bolonhês, V. Casciorolus, que em 1602 reparou que, quando um espato pesado era calcinado com matérias combustíveis, os produtos se tornavam fosforescentes no escuro. Chamou a esta pedra lapis solis, que mais tarde viria a ser chamada de pedra de Bolonha. Julgava-se que este espato pesado era uma espécie de gesso-de-paris. Em 1774, K. W. Scheele descobriu que este mineral continha uma nova terra que originava um sulfato insolúvel em água. G. de Morveau chamou-lhe "barote", do grego barys (pesado), devido à elevada densidade de alguns dos compostos deste elemento. Este nome foi posteriormente alterado por Lavoisier para barita, atualmente usado para o óxido hidratado de bário.

O bário constitui cerca de 0,4 - 0,5 % da crosta terrestre. O seu principal mineral é o espato pesado ou barita, onde a componente principal é o sulfato de bário (BaSO4). O carbonato de bário também ocorre na Natureza, sob a forma de viterite (BaCO3). Embora em pequenas quantidades, também é possível encontrar vestígios de bário na psilomelane.

Os minérios de bário são bastante densos, permitindo a fácil separação de argilas e outros materiais associados aos seus depósitos.

Como metal, o bário tem muito poucas aplicações. Utiliza-se apenas como lubrificante em rotores de ânodos em tubos de raios X.

Os compostos de bário mais importantes são o carbonato, o nitrato, o óxido e o sulfato. O carbonato de bário utiliza-se na análise química e no tratamento de salmoura para remover alguns sulfatos e como aditivo em vidros especiais. O nitrato de bário (Ba(NO3)2) produz uma chama verde, sendo utilizado em pirotecnia e em balas traçadoras. O óxido de bário utiliza-se no fabrico de detergentes enquanto o sulfato se usa como pigmento de tintas e cosméticos. Também se utiliza o sulfato de bário para obter radiografias mais nítidas de órgãos do trato gastro-intestinal.

Todos os compostos de bário solúveis são venenosos quando ingeridos. Apesar de insolúvel, o carbonato de bário é extremamente tóxico, assim como o cloreto.

O íon bário é um estimulante muscular e é muito tóxico para o coração, podendo causar fibrilação ventricular. Os sintomas de envenenamento com bário são salivação excessiva, tremores e convulsões, ritmo cardíaco acelerado, hipertensão, paralisia dos braços e das pernas, hemorragias internas e eventualmente a morte. Utiliza-se sulfato de sódio como antídoto para o envenenamento com bário, devido à capacidade de conversão do íon em sulfato de bário insolúvel e inofensivo.

Bário: Propriedades


Propriedades do Elemento:

  • Nome: Bário
  • Número Atômico: 56
  • Símbolo Químico: Ba

Propriedades Atômicas:

  • Massa Atômica: 137.327
  • Eletronegatividade:
    • Pauling: 0.89
    • Allred: 0.97
    • Absoluta: 2.4 eV
  • Eletroafinidade: -46 kJ mol-1
  • Polarizabilidade: 39.7 Å3
  • Carga Nuclear Efetiva:
    • Slater: 2.85
    • Clementi: 7.58
    • Froese Fischer: 10.27
  • Raios:
    • Ba 2 +: 143 pm
    • Atômico: 217.3 pm
    • Covalente: 198 pm

Propriedades Eletrônicas

  • Energias de Ionização Sucessivas:
    • Ba -› Ba + : 502.8 kJ mol-1
    • Ba+1 -› Ba+2 : 965.1 kJ mol-1
    • Ba+2 -› Ba+3 : (3600) kJ mol-1
    • Ba+3 -› Ba+4 : (4700) kJ mol-1
    • Ba+4 -› Ba+5 : (6000) kJ mol-1
    • Ba+5 -› Ba+6 : (7700) kJ mol-1
    • Ba+6 -› Ba+7 : (9000) kJ mol-1
    • Ba+7 -› Ba+8 : (10200) kJ mol-1
    • Ba+8 -› Ba+9 : (13500) kJ mol-1
    • Ba+9 -› Ba+10 : (15100) kJ mol-1
  • Íons Comuns : Ba 2 +

Propriedades da Substância Elementar:

  • Substância Elementar Mais Comum : Ba
  • Classe de Substâncias Elementares : Metal
  • Origem : Natural
  • Estado Físico : Sólido
  • Densidade [298K] : 3594 kg m-3
  • Preço : 8800$
  • Rede Cristalina : cúbica de corpo centrado

Propriedades Termodinâmicas:

  • Ponto de Fusão : 1002 K
  • Ponto de Ebulição : 1910 K
  • Condutividade Elétrica [298K] : 2x10+06 Ohm-1m-1
  • Condutividade Térmica [300K] : 18.4 W m-1K-1
  • Calor de:
    • Fusão: 7.66 kJ mol-1
    • Vaporização: 150.9 kJ mol-1
    • Atomização: 180 kJ mol-1

Foi um sapateiro bolonhês, V. Casciorolus, que em 1602 reparou que, quando um espato pesado era calcinado com matérias combustíveis, os produtos se tornavam fosforescentes no escuro. Chamou a esta pedra lapis solis, que mais tarde viria a ser chamada de pedra de Bolonha. Julgava-se que este espato pesado era uma espécie de gesso-de-paris. Em 1774, K. W. Scheele descobriu que este mineral continha uma nova terra que originava um sulfato insolúvel em água. G. de Morveau chamou-lhe "barote", do grego barys (pesado), devido à elevada densidade de alguns dos compostos deste elemento. Este nome foi posteriormente alterado por Lavoisier para barita, atualmente usado para o óxido hidratado de bário.

O bário constitui cerca de 0,4 - 0,5 % da crosta terrestre. O seu principal mineral é o espato pesado ou barita, onde a componente principal é o sulfato de bário (BaSO4). O carbonato de bário também ocorre na Natureza, sob a forma de viterite (BaCO3). Embora em pequenas quantidades, também é possível encontrar vestígios de bário na psilomelane.

Os minérios de bário são bastante densos, permitindo a fácil separação de argilas e outros materiais associados aos seus depósitos.

Como metal, o bário tem muito poucas aplicações. Utiliza-se apenas como lubrificante em rotores de ânodos em tubos de raios X.

Os compostos de bário mais importantes são o carbonato, o nitrato, o óxido e o sulfato. O carbonato de bário utiliza-se na análise química e no tratamento de salmoura para remover alguns sulfatos e como aditivo em vidros especiais. O nitrato de bário (Ba(NO3)2) produz uma chama verde, sendo utilizado em pirotecnia e em balas traçadoras. O óxido de bário utiliza-se no fabrico de detergentes enquanto o sulfato se usa como pigmento de tintas e cosméticos. Também se utiliza o sulfato de bário para obter radiografias mais nítidas de órgãos do trato gastro-intestinal.

Todos os compostos de bário solúveis são venenosos quando ingeridos. Apesar de insolúvel, o carbonato de bário é extremamente tóxico, assim como o cloreto.

O íon bário é um estimulante muscular e é muito tóxico para o coração, podendo causar fibrilação ventricular. Os sintomas de envenenamento com bário são salivação excessiva, tremores e convulsões, ritmo cardíaco acelerado, hipertensão, paralisia dos braços e das pernas, hemorragias internas e eventualmente a morte. Utiliza-se sulfato de sódio como antídoto para o envenenamento com bário, devido à capacidade de conversão do íon em sulfato de bário insolúvel e inofensivo.

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