A febre tifóide continua sendo um grave problema de saúde pública a nível mundial, já que, devido à longa evolução, à resistência aos antibióticos e às complicações clínicas, apresenta uma elevada taxa de mortalidade(1). A cada ano surgem 12,5 milhões de casos de febre tifóide sem contar a China(2). As partes mais afetadas do mundo são África e América Latina.
Entre os fatores de maior risco nos países endêmicos encontram-se a permanência em áreas rurais, a higiene precária com relação aos alimentos, a água não potável e as viagens muito longas.(1)(2)
A despeito da existência de antibióticos, os casos severos têm um índice de 1% de mortalidade e entre 1 a 5 % tornam-se crônicos, com infecções da vesícula biliar que persistem por toda a vida.(1)(2)
Indivíduos com risco (de contrair a doença)
Padrões rigorosos de higiene com relação aos alimentos são difíceis de serem mantidos em muitos países - inclusive onde o meio ambiente registra uma alta qualidade. Assim sendo, a vacinação contra a febre tifóide é justificável para a maioria dos residentes estrangeiros, os mochileiros e as pessoas que vivem com a população local das zonas endêmicas.
Devem ter cuidado especial: os viajantes que visitam zonas perigosas, já que estão expostos à ingestão de comida ou água contaminadas; as pessoas que tenham tido contato com um portador confirmado de febre tifóide; os profissionais de saúde, os militares e os profissionais de laboratórios de microbiologia.
Aventis