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Reumatologia/Doenças Auto-Imune

Acometimento de articulação têmporo-mandibular à ressonância magnética é comum em pacientes portadores de Artrite Juvenil Idiopática

22/03/2005



 

Pesquisadores publicaram, recentemente, no The Journal of Rheumatology, um estudo em que procuraram investigar a correlação entre achados à ressonância magnética de pacientes portadores de artrite juvenil idiopática, com acometimento de articulação têmporo-mandibular (ATM), e os achados ao exame físico, bem como o desenvolvimento de novos achados imagenológicos na ATM ao longo do tempo.

 

Quinze pacientes pediátricos, com diagnóstico recente de artrite juvenil idiopática, com idade média de doze anos, foram examinados clinicamente e com ressonância nuclear magnética, com uso de Gadolínio-DTPA por quatro vezes, em um intervalo de seis a oito meses. Achados clínicos e imagenológicos foram comparados. Variáveis analisadas às imagens obtidas por ressonância magnética incluíram imagens captadas em T1 antes e após a administração de contraste paramagnético, com e sem supressão de gordura.

 

No total, 115 articulações foram examinadas durante o período de dois anos: 93% apresentou aumento, 71% apresentou erosão condilar, 26% apresentou formação de pannus, e 23% das articulações apresentou acúmulo de líquido à ATM. Exceto em um paciente, uma ou mais articulações têmporo-mandibulares apresentaram espessamento da membrana sinovial durante o período de estudo. Raramente foram observados sintomas. Todos os pacientes que apresentavam alterações leves ou graves ao exame físico também apresentaram sinais patológicos à ressonância magnética, porém nem todos os pacientes sem achados clínicos de comprometimento da ATM apresentaram ressonância magnética normal.

 

Portanto, os pesquisadores concluíram que o acometimento da articulação têmporo-mandibular à ressonância nuclear magnética é comum em pacientes portadores de artrite juvenil idiopática.

A 2 Year Follow-up Study of Enhanced Magnetic Resonance Imaging and Clinical Examination of the Temporomandibular Joint in Children with Juvenile Idiopathic Arthritis - The Journal of Rheumatology; 2005; 32:162-9

A 2 Year Followup Study of Enhanced Magnetic Resonance Imaging and Clinical Examination of the Temporomandibular Joint in Children with Juvenile Idiopathic Arthritis

ANNELISE KÜSELER, THOMAS KLIT PEDERSEN, JOHN GELINECK, and TROELS HERLIN

ABSTRACT.

Objective.
Involvement of the temporomandibular joint (TMJ) in patients with juvenile idiopathic arthritis (JIA) can cause severe craniofacial growth disturbances if not treated in the initial stage. Magnetic resonance imaging (MRI) is an efficient method for detecting early inflammatory changes of the TMJ. We investigated correlation between findings from the clinical examination with MRI of the TMJ, and describe development of the MR image over time.

Methods. Fifteen children with newly diagnosed JIA (mean age 12.0 yrs) were examined clinically and with MRI enhanced with Gd-DTPA 4 times at 6–8 month intervals. Clinical and MRI findings were scored. MRI variables included T1 weighted images before and after administration of Gd-DTPA with and without fat suppression.

Results. A total of 115 joints were examined during the 2 year period: 93% showed enhancement, 71% condylar erosions, 26% pannus, and 23% joint fluid accumulation of the TMJ. In all except one child, one or both TMJ showed enhancement of the synovial membrane during the examination period. Symptoms were rare. All patients showing mild to severe findings by clinical examination also had pathological signs on the enhanced MRI, but not all patients without clinical findings had a normal MRI.

Conclusion. TMJ involvement in patients with JIA is very common, and MRI findings such as synovial enhancement, pannus, and joint fluid fluctuate over time. The clinical examination may be used as a filter, where children showing no clinical signs could be selected for enhanced MRI. (J Rheumatol 2005;32:162-9)

Key Indexing Terms:

TEMPOROMANDIBULAR JOINT
JUVENILE CHRONIC ARTHRITIS
MAGNETIC RESONANCE IMAGING
GADOLINIUM-DTPA


From the Department of Orthodontics, Department of Radiology, and the Paediatric Rheumatology Clinic, University of Aarhus, Aarhus, Denmark.

Supported by the Danish Arthritis Foundation and The Research Foundation of Tandlaegernes Nye Landsforening.

A. Küseler, PhD, DDS, Specialist in Orthodontics; T.K. Pedersen, DDS, PhD, Specialist in Orthodontics, Department of Orthodontics; J. Gelineck, MD, Associate Professor, Department of Radiology; T. Herlin, MD, PhD, Associate Professor, Paediatric Rheumatology Clinic.

Address reprint requests to Dr. A. Küseler, Department of Orthodontics, Royal Dental College, 9 Vennelyst Boulevard, DK-8000 Aarhus C, Denmark.

 

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