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Alergia a Picada de Inseto e Imunoterapia Venom

12/04/2005
 




Em um artigo publicado recentemente na revista The Journal of Allergy and Clinical Immunology,  os autores abordam sobre a imunoterapia na alergia à picada de insetos.

 

Extratos do corpo de Hymenoptera  já foram utilizados para o diagnóstico e tratamento de alergia a picada de inseto até que ensaios clínicos controlados mostraram não ser melhor do que o placebo, enquanto que o veneno do inseto mostrou ser efetivo em 85% a 98% dos casos..

 

Estudos da história natural revelaram que extratos de corpo inteiro do inseto foram considerados efetivos. A chance de reações sistêmicas futuras é baixa em amplos reatores locais e na maioria das crianças e varia entre 20% e 70% nos adultos.

 

O grau de sensibilidade nos testes cutâneos ou RASTs não predizem com segurança a gravidade de uma reação à picada. A imunoterapia com veneno é recomendada para pacientes de alto risco para reações à picada. Rápidos regimes são tão seguros quanto mais lentos forem. A dose recomendada é 100 µg, porém alguns pacientes necessitam de doses maiores para total proteção.

 

A imunoterapia com veneno é continuada a cada 4 a 8 semanas por pelo menos cinco anos na maioria dos casos. Os resultados do teste cutâneo se tornam negativos em apenas 25% após cinco anos de terapia, porém em 60%  a 70%, após sete a dez anos.

 

De acordo com os autores, quando o tratamento é interrompido após cinco anos ou mais, há uma chance de 10% de reação sistêmica para cada picada futura, porém a maioria das reações são leves. Alguns pacientes têm um maior risco de recidiva e deveriam continuar o tratamento por um período mais extenso.

 Insect sting allergy and venom immunotherapy: A model and a mystery - The Journal of Allergy and Clinical Immunology – 2005; 115(3):439

Review and Feature Article
Current Reviews of Allergy and Clinical Immunology
Insect sting allergy and venom immunotherapy: A model and a mystery

David B.K. Golden, MD * [MEDLINE LOOKUP]
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Whole-body extracts of Hymenoptera were used for diagnosis and treatment until controlled clinical trials proved them no better than placebo, whereas venom is 85% to 98% effective. Studies of natural history reveal why whole-body extracts were thought to work. The chance of future systemic reactions is low in large local reactors and in most children and varies between 20% and 70% in adults. Venom skin tests are most accurate, but RAST is an important complementary test. The degree of sensitivity on skin tests or RASTs does not reliably predict the severity of a sting reaction. Venom immunotherapy is recommended for patients at high risk for sting reactions. Rapid regimens are as safe as slower regimens. The recommended dose is 100 µg, but some patients require higher doses for full protection. Venom immunotherapy is continued every 4 to 8 weeks for at least 5 years in most cases. Skin test results become negative in only 25% after 5 years of therapy but in 60% to 70% after 7 to 10 years. When treatment is stopped after 5 years or more, there is a 10% chance of systemic reaction to each future sting, but most reactions are mild. Some patients have a higher risk of relapse and should continue treatment for an extended period.


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