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O escore de sobrevida da insuficiência cardíaca (ESIC) e o consumo máximo de oxigênio (VO2 de pico) acuradamente avalia a mortalidade em pacientes de ambulatório que apresentam insuficiência cardíaca avançada e são encaminhados para avaliação de transplante cardíaco.
Em um artigo publicado recentemente na revista The American Journal of Cardiology, os autores investigaram o valor prognóstico do ESIC e VO2 de pico quando aplicado nestes pacientes. Este estudo incluiu 227 adultos (idade média ± DP - 52 ± 10 anos de idade) que apresentaram para reavaliação > 60 dias após a avaliação inicial (352 ± 238 dias).
O ESIC foi determinado através da pressão arterial média, freqüência cardíaca, fração de ejeção ventricular esquerda, sódio sérico, VO2 de pico, etiologia da insuficiência cardíaca e comprimento do complexo QRS. Os pacientes cujo ESIC ou VO2 de pico progrediu do baixo risco para médio ou alto risco tiveram menores taxas de sobrevida do que os pacientes cujos valores permaneceram em baixo risco (p < 0.01 e p < 0.001, respectivamente).
Os pacientes que iniciaram com risco médio ou elevado e passaram para baixo risco tenderam a ter maiores taxas de sobrevida do que aqueles que permaneceram com médio risco ou risco elevado (p = 0.06 e p < 0.16, respectivamente). Os pacientes que passaram para baixo risco tiveram uma taxa de sobrevida em um ano de 72% para ESIC e VO2 de pico. No entanto, os pacientes que passaram para baixo risco e foram tratados com β bloqueadores tiveram uma taxa de sobrevida em um ano (89% para ESIC e 83 % para VO2 de pico) comparável àqueles após o transplante (84%).
Os autores concluíram que o VO2 de pico e o ESIC pode ser efetivamente utilizado para avaliação seriada de risco de mortalidade em pacientes de ambulatório com insuficiência cardíaca avançada.
Validation of peak exercise oxygen consumption and the Heart Failure Survival Score for serial risk stratification in advanced heart failure - The American Journal of Cardiology – 2005; 95(6):734-741
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Validation of peak exercise oxygen consumption and the Heart Failure Survival Score for serial risk stratification in advanced heart failure
Lars H. Lund, c, Keith D. Aaronson, b, Donna M. Mancini, a,⁎
Received 10 September 2004; received in revised form 23 November 2004; accepted 23 November 2004
The Heart Failure Survival Score (HFSS) and peak exercise oxygen consumption (Vo2) accurately assess mortality in ambulatory patients who have advanced heart failure and are referred for initial cardiac transplant evaluation. We investigated the prognostic value of the HFSS and peak Vo2 when applied serially to these patients. This study included 227 adults (mean age ± SD 52 ± 10 years old) who presented for reevaluation >60 days after initial evaluation (352 ± 238 days). The HFSS was determined from mean arterial blood pressure, heart rate, left ventricular ejection fraction, serum sodium, peak Vo2, heart failure etiology, and width of QRS complex. Survival without reevaluation, United Network of Organ Sharing 1 transplant, or left ventricular assist device was determined by the Kaplan-Meier method with censoring at United Network of Organ Sharing 2 transplant. Survival differed by HFSS stratum (p <0.001) and by peak Vo2 stratum (p <0.001). Patients whose HFSS or peak Vo2 deteriorated from low risk to medium or high risk had lower survival rates than did patients whose values remained at low risk (p <0.01 and p <0.001, respectively). Patients who started at medium or high risk and improved to low risk tended to have higher survival rates than those who remained medium or high risk (p = 0.06 and p <0.16, respectively). Patients who improved to low risk had a 1-year survival rate of 72% for HFSS and peak Vo2. However, patients who improved to low risk and were treated with β blockers had a 1-year survival rate (89% for HFSS and 83% for peak Vo2) comparable to that after transplant (84%). Peak Vo2 and the HFSS can be successfully used for serial evaluation of mortality risk in ambulatory patients who have advanced heart failure.
Affiliations
a Division of Cardiology, College of Physicians and Surgeons, Columbia University, New York, New York
b Division of Cardiovascular Medicine, University of Michigan Health System, Ann Arbor, Michigan
c Department of Cardiology, Karolinska University Hospital, Stockholm, Sweden
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⁎Address for reprints: Donna Mancini, MD, Division of Cardiology, Columbia University College of Physicians & Surgeons, 622 West 168th Street, PH1273, New York, New York 10032
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