Cirurgia/Anestesia - Fístulas Retovaginais pós Cirurgia de Câncer Retal: Incidência e Reparo Operatório com Retalho Glúteo
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Cirurgia/Anestesia

Fístulas Retovaginais pós Cirurgia de Câncer Retal: Incidência e Reparo Operatório com Retalho Glúteo

04/05/2005
 




Em um artigo publicado recentemente na revista Surgery, os autores investigaram a associação entre procedimento cirúrgicos para carcinoma de reto e fístulas retovaginais (FRV) pós-operatórias e o tratamento para FRV.

 

Os prontuários médicos de 161 pacientes do sexo feminino com carcinoma de reto foram avaliados retrospectivamente em relação à causa, incidência e métodos de tratamento para FRV após cirurgias de câncer de reto e em relação aos resultados dos reparos com retalho glúteo para FRV.

 

Dos 161 pacientes,  16 desenvolveram FRV clinicamente.  A incidência de FRV foi significativamente maior nos pacientes submetidos à anastomose com técnica de duplo grampeamento (TDG) e tiveram ressecção concomitante da parede vaginal.  Nenhuma diferença estatística foi encontrada entre o grupo com ostomia estabelecida e o grupo sem estoma. Seis pacientes recuperaram pelo estabelecimento da ostomia apenas. A técnica com retalho glúteo foi realizada em cinco pacientes. Não foram observadas recidivas de FRV nestes cinco pacientes.

 

Os autores concluíram que a incidência de FRV foi maior nos pacientes que foram anastomosados por TDG ou que tiveram ressecção concomitante da parede vaginal.  Bons resultados foram obtidos com técnica de reparo com retalho glúteo.

Rectovaginal fistulas after rectal cancer surgery: Incidence and operative repair by gluteal-fold flap repair - Surgery – 2005; 137(3):329

Rectovaginal fistulas after rectal cancer surgery: Incidence and operative repair by gluteal-fold flap repair

Chihiro Kosugi, MD a c * [MEDLINE LOOKUP]
Norio Saito, MD a [MEDLINE LOOKUP]
Yoshitaka Kimata, MD b [MEDLINE LOOKUP]
Masato Ono, MD a [MEDLINE LOOKUP]
Masanori Sugito, MD a [MEDLINE LOOKUP]
Masaaki Ito, MD a [MEDLINE LOOKUP]
Kazunori Sato, MD a [MEDLINE LOOKUP]
Keiji Koda, MD c [MEDLINE LOOKUP]
Masaru Miyazaki, MD c [MEDLINE LOOKUP]
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Background We investigated the correlation between operative procedures for rectal carcinoma and postoperative rectovaginal fistulas (RVF), and treatment for RVF.

Methods The medical records of 161 female patients with rectal carcinoma were examined retrospectively with respect to the cause, incidence, and methods of treatment for RVF occurring after rectal cancer operations, and to the outcomes of gluteal-fold flap repairs for RVF.

Results Of the 161 patients, 16 developed RVF clinically. The incidence of RVF was significantly higher in patients who were anastomosed by the double stapling technique (DST) and had concomitant resection of the vaginal wall. No statistical difference was found between the established diverting ostomy group and the no-stoma group. Six patients recovered by the establishment of a diverting ostomy only. The gluteal-fold flap technique was performed for 5 patients. No RVF recurrences were noted in these 5 patients.

Conclusions The incidence of RVF was higher in the patients who were anastomosed by DST or had concomitant resection of the vaginal wall. Although some RVFs heal with only fecal diversion, for patients in whom RVF is caused by involvement of the vaginal wall in the circular staple or intersphincteric resection, good results are obtained with the gluteal-fold flap repair technique.


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