Tabagismo/Fumo/Cigarro - Hábitos, atitudes e crenças de fumantes em quatro capitais brasileiras
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Tabagismo/Fumo/Cigarro

Hábitos, atitudes e crenças de fumantes em quatro capitais brasileiras

18/05/2005

Revista Brasileira de Psiquiatria
ISSN 1516-4446 versão impressa

 
 
Como citar este artigo
 
 

Resumo

GIGLIOTTI, Analice e LARANJEIRA, Ronaldo. Hábitos, atitudes e crenças de fumantes em quatro capitais brasileiras. Rev. Bras. Psiquiatr., mar. 2005, vol.27, no.1, p.37-44. ISSN 1516-4446.

A dependência de nicotina é a maior causa evitável de adoecimento e morte em nosso país, e deixar de fumar é a atitude mais importante que um fumante pode ter em favor de sua saúde. De acordo com dados do último censo, 32,5% da população brasileira adulta fuma, mas pouco se sabe sobre quantos deste grupo desejam parar e quais os fatores que os influenciariam a tomar a decisão de abandonar o cigarro. OBJETIVO: Analisar hábitos, atitudes e crenças de fumantes em quatro capitais do Brasil e compará-los com os de 17 países europeus. MÉTODOS: 800 fumantes foram entrevistados. As entrevistas foram realizadas pessoalmente e individualmente, utilizando um questionário semi-estruturado. Definiu-se fumante como um indivíduo que fuma pelo menos um cigarro por semana. Os fumantes foram recrutados por amostragem intencional (os indivíduos eram interceptados nas ruas e convidados a preencher o questionário), de acordo com quotas pré-estabelecidas, divididas de acordo com classe social, sexo, ocupação e idade. Assim, a quota de entrevistas de um determinado extrato populacional dentro da amostra foi determinada de acordo com a proporção com que aquele extrato aparece no universo estudado. RESULTADOS: A maioria dos entrevistados declarou desejar deixar de fumar e apresentou grau de dependência de nicotina de baixo a moderado. Quanto maior a motivação dos indivíduos para deixar de fumar, maior o número de tentativas que já haviam feito e maior a probabilidade de terem recebido conselho médico. Apenas 21% do total da amostra foram aconselhados pelos seus médicos a parar de fumar. O fator de maior influência futura nos esforços para parar de fumar foi "preocupação em expor crianças, família e amigos à fumaça do cigarro". O Brasil, se comparado a países europeus, parece ter uma população com um alto grau de conscientização na "luta antitabaco".

Palavras-chave: Trastorno por uso de tabaco; Tabaco; Tabagismo; Conhecimentos, atitudes e prática em saúde; Questionários.

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