Cappuccio e colaboradores publicaram, no Lancet de setembro de 1999, um artigo onde analisaram 3676 mulheres com idade média de 73 anos, sem tratamento com diuréticos, que foram seguidas por 3,5 anos.
Verificaram que a taxa de perda óssea no colo femoral aumenta com a pressão arterial de repouso, sem significante interação com a idade.
Os autores interpretaram que a hipertensão é associada à perda óssea no colo femoral, o que pode refletir grande perda óssea ligada à hipertensão arterial, contribuindo com o risco de fraturas.