Genética/Clonagem/Terapia gênica - Britânicos criam 'exame genético' de câncer de próstata
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Genética/Clonagem/Terapia gênica

Britânicos criam 'exame genético' de câncer de próstata

01/10/2005
 
Imagem de câncer de próstata
Novo método ajudaria médicos a fazer diagnóstico mais preciso
Cientistas britânicos anunciaram ter desenvolvido uma nova técnica para diagnosticar o câncer de próstata que é menos invasiva e mais eficaz na previsão de como o tumor vai se comportar.

Atualmente, os médicos se baseiam em amostras de sangue, urina e tecidos para prever a gravidade dos tumores de próstata e como eles devem evoluir.

No entanto, esses métodos não são tidos como precisos, e os médicos acabam se baseando em uma análise pessoal para decidir se uma operação é necessária.

O novo método – que utiliza a análise genética e foi desenvolvido pelo Instituto de Pesquisa sobre Câncer da Grã-Bretanha – promete ser mais preciso, o que, em tese, poderá evitar operações desnecessárias.

"Queremos distinguir os tumores agressivos que requerem tratamento daqueles que podem ser monitorados por diversos anos sem tratamento", diz Colin Cooper, do Instituto de Pesquisa sobre Câncer.

"Isso poderia prevenir milhares de homens de passar por cirurgias que podem causar incotinência ou impotência."

Diagnóstico

A nova forma de análise vasculha múltiplas amostras de tecido em busca de sinais de genes associados ao câncer. Essas amostras são tiradas usando pequenas agulhas inseridas na glândula da próstata.

Após analisar os genes que estão presentes nessas amostras, os pesquisadores dizem que conseguirão identificar genes que podem indicar o grau de malignidade de um tumor.

Pelo novo método, inúmeras amostras de tecidos são colocadas em um "quadro de xadrez" para análise simultânea em laboratório.

Os cientistas então procuram sinais de genes já associados ao câncer de próstata. Um desses genes é o E2F3, um dos que indica a gravidade da doença.

Segundo os pesquisadores, a busca múltipla por sinais é importante porque a combinação de sinais pode ajudar a conseguir um melhor diagnóstico do que a análise individual desses sinais.

Com isso, eles esperam apenas levar para a mesa de operação os casos mais graves da doença.

 

www.bbc.co.uk

 


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