Medicina Esportiva/Atividade Física - Atividade Física-como praticar
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Medicina Esportiva/Atividade Física

Atividade Física-como praticar

06/10/2005
 

 

Existe forte relação dose-resposta entre o nível de aptidão física e seu efeito protetor, com risco de adquirir doença diminuindo à medida em que a atividade aumenta.
Benefícios significativos para a saúde já podem ser obtidos com atividades de intensidade relativamente baixa, comuns no cotidiano, como andar, subir escadas, pedalar e dançar.
Portanto, não somente os programas formais de exercícios físicos, mas também atividades informais que incrementem a atividade física, são recomendadas.
Deve-se considerar ambas as possibilidades, na medida em que a soma delas permite mais facilmente atingir determinada quantidade de atividade física.
Um programa regular de exercícios físicos deve possuir pelo menos três componentes: aeróbio, sobrecarga muscular e flexibilidade, variando a ênfase em cada um de acordo com a condição clínica e os objetivos de cada indivíduo.
Todo início ou reinício de atividades deve ser gradativo, especialmente para os indivíduos mais idosos. Primeiramente aumenta-se a duração até se chegar pelo menos ao tempo mínimo aceitável. Só então se modifica a intensidade.
A atividade não deverá provocar fadiga em cada sessão de exercícios, mas tão-somente cansaço leve, que demande menos de uma hora pós-esforço para seu desaparecimento completo.
A parte aeróbia do exercício deve ser feita, se possível, todos os dias, com duração mínima de 30 a 40 minutos. Uma forma prática e muito comum de controle da intensidade do exercício aeróbio é a medida da freqüência cardíaca.
Exercícios de sobrecarga muscular e flexibilidade são mais importantes a partir dos 40 anos de idade. Devem ser realizados pelo menos duas a três vezes por semana, contemplando os principais grupos musculares e articulações. Um conjunto de seis a oito exercícios realizados em uma série única com dez a doze repetições ou, ainda, duas séries com cinco a seis repetições e pequeno intervalo entre elas são suficientes para manutenção e aprimoramento da massa muscular e óssea e demandam pouco tempo, o que contribui para maior aderência ao treinamento de sobrecarga muscular.
O treinamento de flexibilidade deve envolver os principais movimentos corporais realizados lentamente, até causar leve desconforto, para então, ser mantidos por cerca de dez a 20 segundos, devendo ser praticados antes e depois da parte aeróbia.
Sempre se deve conciliar um máximo de benefício com um mínimo de risco de lesões ou complicações, de modo a estabelecer relação risco-benefício interessante.



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