|
|
|
|
|
|
|
|
|
No exemplar desta semana do jornal Science, um time de pesquisadores da Hewlett-Packard Co. e da UCLA dizem que, finalmente, conseguiram construir processadores ultra-pequenos, 100 bilhões de vezes mais rápidos que os atuais. "Many Pentiuns on a grain of sand", exemplifica Philip Kuekes, um dos autores do trabalho. A grande diferença destes processadores, entretanto, não é a velocidade: a tecnologia adotada emprega "Molecular Switches", que, na verdade, são moléculas orgânicas que desempanham o papel dos mais variados componentes eletrônicos de um microprocessador. Os pesquisadores construiram o seu processador empacontando, em camadas, moléculas de um composto chamado rotaxane. Estas camadas são unidas por uma rede interpenetrante de nanofios. “The molecule is like a stone in a river,” diz James Heath, químico da UCLA. A molécula impede a passagem do elétron. Esta é a posição fechada do switch. Aplicando-se um determinado potencial elétrico, a molécula de rotaxane é quebrada e o elétron passa livremente. Esta é a posição aberta do switch.. “We essentially remove the stone,” Heath simplifica.
|