Genética/Clonagem/Terapia gênica - Pesquisadores encontram o "gene da coragem"
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Genética/Clonagem/Terapia gênica

Pesquisadores encontram o "gene da coragem"

20/11/2005
 
Uma equipe de cientistas que desenvolve atualmente pesquisas com camundongos descobriu que, ao remover um simples gene, é possível transformar esses animais normalmente prudentes, deixando-os ousados e corajosos. Nesta experiência, os camundongos se tornaram mais dispostos a explorar territórios desconhecidos e menos intimidados por eventos e ruídos que eles haviam aprendido serem perigosos.


A descoberta surpreendente, que está sendo publicada nesta sexta-feira (18/11) pelo jornal "Cell", abre novas perspectivas para as pesquisas que visam a apurar como funciona o medo no cérebro, explicaram os especialistas.

Enquanto a terapia genética visando a criar guerreiros temerários e intrépidos tem todas as chances de permanecer do domínio dos roteiristas de cinema, essas novas descobertas podem ajudar os pesquisadores a desenvolver novas drogas diferenciadas que permitiriam tratar um vasto conjunto de doenças e de disfunções, desde as crises de ansiedade paralisantes que ocorrem em diversas situações sociais até as ausências repentinas de memória causadas por traumatismos, que podem persistir em conseqüência de um desastre, de um ataque ou da vivência de situações de horror durante um combate.

Segundo os especialistas, esta descoberta pode se revelar efetivamente aplicável aos seres humanos porque o sistema do cérebro que desperta o medo é similar em todos os mamíferos. Além disso, a mudança genética que foi induzida não pareceu afetar o desenvolvimento dos animais em outros planos.

"As aplicações potenciais no campo clínico poderiam ser realmente importantes", principalmente para tratar pessoas que sofrem de "desordens mentais relacionadas com o medo", disse Gleb Shumyatsky, um professor-assistente do departamento de genética de Rutgers (Universidade do Estado de Nova Jersey), que dirigiu a equipe que realizou esta experiência, composta por pesquisadores das universidades de Columbia e Harvard, do Instituto Médico Howard Hughes e da Faculdade de Medicina Albert Einstein.

www.noticias.uol.com.br


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