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Cientistas do Instituto Salk, nos Estados Unidos, criaram camundongos com pequenas quantidades de células cerebrais humanas. A intenção, dizem eles, é criar modelos animais mais reais para pesquisas sobre doenças neurológicas, como o mal de Par-kinson. Eles injetaram cerca de 100 mil células-tronco embrionárias humanas no cérebro dos animais quando ainda eram fetos, que nasceram com 0,1% de neurônios de pessoas - índice muito pequeno para "humanizar" os roedores, afirmam os cientistas. Ainda assim, o resultado levantou dúvidas éticas sobre o trabalho com seres híbridos. A pesquisa foi publicada na PNAS.
AP/AE
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