Ortopedia/Fisioterapia/Coluna/T.O. - Associação de glucosamina e sulfato de condroitina em humanos sadios
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Ortopedia/Fisioterapia/Coluna/T.O.

Associação de glucosamina e sulfato de condroitina em humanos sadios

19/02/2006

Acta ortop. bras. v.13 n.5 São Paulo 2005

ARTIGO ORIGINAL

 

Farmacocinética da associação de glucosamina e sulfato de condroitina em humanos sadios do sexo masculino

 

Odaly ToffolettoI; Agostinho TavaresII; Dulce Elena CasariniIII; Beata Marie RedubloIV; Artur Beltrame RibeiroV

IDoutora em Ciências, Coordenadora de Pesquisa Clínica Hospital do Rim e Hipertensão – Fundação Oswaldo Ramos
IIDoutor em Medicina, Professor Adjunto Disciplina de Nefrologia UNIFESP-EPM
IIIDoutora em Ciências, Pesquisadora Disciplina de Nefrologia UNIFESP-EPM
IVDoutor em Medicina, Disciplina de Nefrologia UNIFESP-EPM
VDoutor em Medicina, Professor Titular Disciplina de Nefrologia UNIFESP-EPM

Endereço para correspondência

 

 


RESUMO

A osteoartrose é uma doença crônica das articulações que, uma vez instalada, leva seus portadores a uma incapacidade funcional progressiva. Como os proteocondroitins sulfato são os maiores constituintes das cartilagens, espera-se que com a ingestão de glucosamina e condroitina haja uma melhora das condições biológicas desse tecido. Uma vez que não temos conhecimento de estudo da farmacocinética da administração oral dessa associação em seres humanos, o objetivo deste trabalho foi avaliá-la utilizando a associação entre o sulfato de glucosamina (SG) e o sulfato de condroitina (SC) administrada a dois grupos de doze voluntários sadios do sexo masculino (grupo I uma cápsula de (500 mg SG; 400 mg SC) e grupo II quatro cápsulas). Amostras de sangue foram retiradas a intervalos de tempo pré-definidos até 48 horas pós-dose. O SG e o SC foram dosados no plasma pelo método de DMMB (azul de 1,9,dimetildimetileno). A concentração máxima foi atingida em 2 horas (média ±SE; 0,893±0,093 µg/mL, grupo I e 2,222±0,313 µg/mL, grupo II). As áreas sob a curva até 48 horas foram de 10,803±0,965 µg-hr/mL e 38,776±2,981 µg-hr/mL, respectivamente para os grupos I e II. Os dois grupos apresentaram um segundo pico após 18 horas, indicando circulação êntero-hepática. Os nossos resultados indicam que essa associação é absorvida por via oral por mecanismo saturável, o que pode facilitar o seu uso em tratamentos clínicos.

Descritores: Osteoartrose; Sulfato de condroitina; Glucosamina; Proteoglicanos


 

 

INTRODUÇÃO

A osteoartrite é uma doença crônica das articulações que leva seus portadores a uma incapacidade funcional progressiva. A doença não é sinônimo de envelhecimento, mas, uma vez instalada, progride com a idade(1-3). Ela está relacionada com a perda da capacidade funcional das articulações, e é caracterizada por dor constante. A ausência de cura da osteoartrite faz com que somente a dor seja tratada por meio de agentes tópicos, antiinflamatórios, analgésicos tipo opióide e -adrenérgicos, agentes intra-articulares, como depocorticosteróides, hialuronato e radionucleotides de emissão beta. Têm sido utilizados também glicosaminoglicanos sulfatados como sulfato de condroitina (CS) e de glucosamina(GS)(4-6).Por outro lado , o tratamento cirúrgico por meio de desbridamentos, ostertomias e próteses totais têm surtido bons efeitos.

Glucosamina (N-acetil-glucosamina) é um produto do metabolismo da glicose e este produto de degradação é um dos constituintes dos galato e glucosminoglicanos(6). Os glicosaminoglicanos são polímeros lineares compostos por unidades dissacarídicas repetitivas onde uma das unidades é invariavelmente uma hexosAmina (D-glucosamina ou D-galactosamina) e a outra um ácido hexurônico (glucurônico ou idurônico) ou uma galactose em seqüência não ramificada apresentando substituições de grupamentos sulfatos em várias posições da cadeia polissacarídica(7). As três unidades dissacarídicas: N-acetil-galactosamina-ácido hexurônico; N-acetil-glucosamina-ácido hexurônico e N-acetil-glucosamina-galactose representam as unidades básicas na formação da cadeia dos glicosaminoglicanos. Os galactosminoglicanos, cuja hexosamina será sempre uma D-galactosamina, são constituídos pela família das condroitinas sulfato e os glucosaminoglicanos, cuja hexosamina será sempre uma D-glucosAmina, são constituídos pelo ácido hialurônico, heparam sulfato, heparina e queratam sulfato.

Na classe das condroitinas iremos encontrar os condroitina não sulfatados, 4-sulfatados, 6-sulfatados e o dermatam sulfato(1).

As condroitinas sulfato são formadas por unidades dissacarídicas repetitivas de ácido glucurônico unidos por uma N-acetilgalacto-samina e apresentam um éster sulfato na posição 4- ou 6- e por isso o polissacarídeo formado recebe a designação de condrotim 4-sulfato ou 6-sulfato.

As cadeias das condroitinas sulfato variam em seu comprimento médio de um tecido para outro ou dentro do mesmo tecido. Em geral, a massa molecular média das cadeias das condroitinas sulfato diminui do jovem para o adulto, na cartilagem articular(8). Com exceção do ácido hialurônico todos os glicosamino e /ou galactosaminoglicanos são encontrados na forma de proteoglicanos.

Os tipos de proteoglicanos na cartilagem apresentam-se com diferentes volumes hidrodinâmicos, fato este ligado ao número de cadeias de glicosaminoglicanos. É importante lembrar que a maior parte dos glicosaminoglicanos encontrados em ossos e cartilagens é constituída por condroitins sulfato.

Proteoglicanos (PGs) são macromoléculas complexas que contêm um esqueleto protéico com uma ou mais cadeias de glico-saminoglicano, ligado covalentemente(9-13). O esqueleto protéico dos proteoglicanos tem uma localização central na molécula e, freqüentemente, fica apoiado a um "berço" formado pelas cadeias dos glicosaminoglicanos.

Nas cartilagens, os condrócitos sintetizam os vários tipos de proteoglicanos que formam juntos com a matriz colagênica um complexo supramolecular que dão a este tecido a função de uma mola biológica capaz de resistir a forças de alta compressão, além de estarem envolvidos no crescimento e remodelação do tecido. As cartilagens têm um altíssimo teor de proteoglicanos que são responsáveis pela sua estrutura morfológica e pela nutrição das células cartilaginosas.

Como os proteocondroitins sulfato são os maiores constituintes das cartilagens, espera-se que fornecendo glucosamina e condroitina, haja uma melhora das condições biológicas do tecido. Entretanto, há controvérsias quanto a proposta sobre os benefícios do tratamento com glucosamina e condroitina nos pacientes com osteoartrite(14-17). O presente estudo mostra que a administração de sulfato glucosamina associada do sulfato de condroitina sulfato é absorvida por via oral por indivíduos sadios.

 

CASUÍSTICA, MATERIAL E MÉTODOS

Casuística

Este protocolo foi conduzido de acordo com a Declaração de Helsinque, expressos nas Resoluções 196/96 e 251/97 do CNS/MS – Normas de Pesquisa Envolvendo Seres Humanos. O protocolo experimental e o termo de consentimento livre e esclarecido (TCLE) foram aprovados pelo Comitê de Ética em Pesquisa do Hospital do Rim e Hipertensão, credenciado pelo CONEP/Ministério da Saúde. Foram incluídos no estudo voluntários sadios do sexo masculino, idade entre 18 e 45 anos, índice de massa corpórea (IMC) entre 19 e 25. Foram excluídos indivíduos com anormalidades clinicamente significantes nos exames bioquímicos, hematológicos e de urina I, presença de doença gastrintestinal, cardiovascular, hepática, hematopoiética, renal ou respiratória ou, ainda, história de alergia ao SC e ao SG. Outros critérios de exclusão foram: exposição recente (menos do que 3 meses) a drogas experimentais ou não, ingestão recente ou história de abuso de álcool ou de drogas ilícitas, fumantes, doação recente (menos do que 3 meses) de sangue, sorologia positiva para HIV e hepatites B e C. O estudo foi conduzido na Unidade de Farmacologia Clínica do Hospital do Rim e Hipertensão, de acordo com as normas de Boas Práticas Clínicas e o TCLE foi assinado por todos os voluntários incluídos antes do início do estudo.

Desenho do estudo

O estudo foi aberto, randomizado, dose única, um período. Vinte e quatro voluntários foram divididos aleatoriamente em dois grupos de 12 indivíduos. O grupo I (GI) recebeu 1 cápsula 500 mg de SC e 400 mg SG e o grupo II (GII) recebeu 4 cápsulas. Os voluntários foram internados na véspera da administração do medicamento. A administração foi feita às 7:00 da manhã após 10 horas de jejum. Os voluntários permaneceram sentados durante as 4 horas seguintes. Refeições padronizadas foram servidas 4, 7, 11, 13, 24, 28, 31, 35, 37 e 48 horas após a administração do medicamento.

Coleta e manipulação das amostras

As amostras de sangue dos voluntários deste estudo foram coletadas antes da administração do medicamento (coleta basal) e 0,5, 1, 2, 4, 5, 6, 8, 10, 12, 18, 24, 36, 48 e 168 horas após. em tubos Vacuntainer, perfazendo um total de 15 alíquotas. Como anticoagulante utilizou-se o EDTA. As amostras foram coletadas durante a internação dentro de 2 minutos do tempo determinado, mantidas em gelo e centrifugadas (10 minutos a 720 x g, 4ºC). O plasma separado foi congelado em 2 (duas) alíquotas e mantido a -20ºC até o momento da análise. O tempo entre a coleta do sangue e o congelamento do plasma não ultrapassou 30 minutos.

Método Analítico

O SG e o SC foram dosados pelo método que utiliza o azul de 1,9,dimetildimetileno(18) (DMMB), desenvolvido para a determinação de glucosaminoglicanos sulfatados. O método, validado de acordo com normas da ANVISA, baseia-se em extração liquido-liquido e quantificação por espectrofotometria. O método é linear entre 0,5 e 5,0 µg/mL. Tanto o SG quanto o SC são estáveis no plasma nas condições do ensaio, a três ciclos de congelamento/descongelamento, à luz e até 3 meses de armazenamento a –20ºC. A precisão intraensaio varia de 3,1 a 9,0% e interensaio de 2,9 a 13,9%; a exatidão intraensaio varia de 90 a 110% e interensaio de 100 a 115%.

Extração da Glucosamina e Condroitina

A cada alíquota de 2 mL de amostra de plasma foi adicionada 1 mg de papaína dissolvida em tampão fosfato:cisteína, pH 6,5 contendo EDTA 0,10 M. As amostras foram incubadas a 55º C durante 16 horas. Após incubação foram adicionados 500 µL de NaCL 4 M e, após agitação, o equivalente a 10% do volume total de ácido tricloroacético (TCA) 90%. O sobrenadante foi precipatado com etanol absoluto (3 vezes o volume) por 16 h a –20º C. O precipitado foi seco a vácuo e ressuspenso em 100 µL de água. Às amostras diluídas em água foi adicionado 1 mL do reagente DMMB seguido de suave agitação. A leitura foi feita em espectrofotômetro a 525 nm, dentro de 3 minutos da adição do DMBB. A curva padrão foi feita utilizando solução de condroitina sulfato SC (Aché Laboratórios Farmacêuticos).

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Casuística

Os dados antropométricos dos voluntários sadios que participaram do estudo estão resumidos na Tabela 1. Pode-se observar que a população de estudo é homogênea e os dois grupos são semelhantes.

 

 

Ensaio Clínico

Os voluntários foram observados durante a internação e especificamente argüidos sobre eventos adversos a cada 4 horas. Durante esse período, não foram observados eventos adversos. Após 7 dias da alta hospitalar, os voluntários retornaram para exames bioquímicos, ECG e exame clínico, quando receberam alta do estudo.

Cinética Plasmática

A Figura 1A mostra a média±SE dos resultados brutos dos dois grupos (incluindo a concentração endógena). Após administração oral, a concentração plasmática aumenta, atingindo o máximo após 2 horas (Tmáx), decrescendo até o mínimo após 8 horas da administração, tanto no grupo I quanto no grupo II. Segue-se um segundo pico, após 18 horas de administração, provavelmente devido à re-circulação êntero-hepática(19). A Figura 1B exibe a média±SE do resultado líquido, isto é, após desconto da concentração basal (endógena).

 

 

O Cmáx observado (acima da concentração basal) foi de 0,893± 0,093 µg/mL e 2,222±0,313 µg/mL e a AUC0-48h 10,803±0,965 µg-h/mL e 28,543±6,704 µg-h/mL (média ±SE), respectivamente para GI e GII. Após 18 horas de administração a concentração foi de 0,365±0,041 µg/mL e 0,974±0,198 µg/mL, GI e GII, respectivamente. A Tabela 2 resume a média±SE dos parâmetros calculados desconsiderando a concentração plasmática basal (endógena).

 

 

A cinética de absorção do SC e do SG não é linear, como indicado pela relação entre os Cmáx e as AUC0-48h (2,389 e 2,642, respectivamente, Tabela 2). Essa relação se mantém no pico de 18 horas, resultante de recirculação êntero-hepática (2,668), o que reforça a evidência de que a etapa de absorção é limitante. Além disso, a meia-vida também é dependente da dose (16,931±1,902 h e 25,515±2,560 h, respectivamente para 1 e 4 cápsulas).

 

CONCLUSÃO

Os nossos resultados indicam que a dose única de até quatro cápsulas de 500 mg SC associada a 400 mg SG é bem tolerada e o perfil encontrado é consistente com administração a cada 12 horas.

 

AGRADECIMENTOS

Os autores agradecem ao Aché Laboratórios Farmacêuticos pelo patrocínio e apoio deste estudo e Dra. Mônica V. Marquezim Dra. em Ciências pela cuidadosa revisão dos resultados do estudo.

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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Endereço para Correspondência
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Trabalho recebido em: 06/05/05 aprovado em 13/06/05

 

 

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