Antienvelhecimento/Longevidade - Longevidade na cozinha
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Antienvelhecimento/Longevidade

Longevidade na cozinha

23/02/2006


 

Tomate, couve, alho, limão, soja, leite fermentado. Saiba quais os alimentos podem contribuir para sua saúde Você é o que você come.

 

Este velho ditado faz cada vez mais sentido. Atualmente mais pessoas vêm procurando alimentos que lhes garantam melhor saúde e bem-estar.

A evolução da ciência dos alimentos tem levado à descoberta dos alimentos funcionais, que já tem presença marcante nos países desenvolvidos e começam também a ser acessíveis ao consumidor brasileiro. Os alimentos funcionais são estudados e desenvolvidos para, além de cumprir sua função nutricional básica, resultar em benefícios à saúde como, por exemplo, auxiliar na redução de doenças crônico-degenerativas, entre elas as dos sistemas imunológico e circulatório.

Os primeiros a descobrir os poderes dos alimentos foram os japoneses. Há mais de 20 anos, os pesquisadores do Japão estudam os benefícios de alimentos e, em 1991, instituíram o sistema Foshu (foods for specified health use), pelo Ministério da Saúde japonês, e estabeleceram critérios rigorosos para avaliação de uso de alegações de saúde na rotulagem dos alimentos funcionais.

Frutas, grãos, cereais, verduras, laticínios e peixes estão na linha de frente desses alimentos, por conter uma série de componentes ativos com influência comprovada sobre a saúde: fitoestrógenos encontrados na soja; carotenóides, na cenoura; licopeno, em tomates; ácidos graxos, nos peixes; probióticos, em leite fermentado; e flavonóides, em frutas e vegetais, entre outros compostos.

No ano passado, a Food and Drug Administration (FDA), agência americana de controle de alimentos e medicamentos, se rendeu a dezenas de provas de que comer pode ser o melhor remédio e aprovou o consumo da soja na prevenção de doenças cardiovasculares.

No Brasil, há pouco mais de dois anos, foi criada a Comissão Técnica de Novos Alimentos e Alimentos Funcionais da Agência Nacional de Vigilância Sanitária do Ministério da Saúde, composta por especialistas e técnicos de renome de várias universidades brasileiras.

Quando os probióticos são ingeridos, atingem, vivos, os intestinos e liberam ácidos como o lático e o acético. Ambos têm capacidade de melhorar a atividade intestinal e facilitar a digestão e a absorção de nutrientes.

Os probióticos inibem as bactérias nocivas e ajudam a prevenir infecções. Além disso, diminuem a produção de substâncias causadoras de doenças relacionadas ao estilo de vida, como arteriosclerose, hipertensão, colesterol, etc.

"Os efeitos imunológicos dos probióticos estão sendo intensamente estudados para descobrir outros benefícios que os microorganismos desempenham na manutenção das defesas do organismo", diz Yasumi Ozawa Kimura, farmacêutica e bioquímica do laboratório de pesquisas da Yakult.

Inclua nas suas compras

  • Laticínios: pesquisas recentes mostram que o hábito de incluir laticínios nas refeições, além de prevenir o osteoporose, melhora o funcionamento do intestino.
  • Peixes: fonte de ácidos graxos, pratos à base de peixe, quando consumidos com regularidade, ajudam a reduzir problemas como hipertensão e doenças cardiovasculares. Os óleos de peixe, por sua vez, podem evitar câncer de mama, próstata, pulmão e laringe.
  • Frutas cítricas: são ricas em uma substância chamada limonóide, que atuaria na prevenção de vários tipos de câncer.
  • Chá verde: taninos que podem inibir a formação de placas que provocam a arteriosclerose.
    Tomate: rico em carotenóides, poderosos antioxidantes que neutralizam os radicais livres, o consumo diário de tomate e seus derivados previne contra o câncer de próstata.
  • Alho: esmagado ou triturado, o alho libera a alicina, substância que ajuda a evitar a hipertensão e os altos níveis de colesterol no sangue.

Fonte: Texto da Revista Superinteressante - maio/ 2001

 

www.lincx.com.br


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