alergia - Automedicação é a 3ª causa de internação por alergias
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alergia

Automedicação é a 3ª causa de internação por alergias

10/03/2006

13/2/2006

Prática comum no cotidiano das pessoas, a automedicação é a terceira causa de internação por alergia ou intoxicação aos medicamentos. Os principais vilões são os antiinflamatórios, analgésicos e antibióticos, alguns vendidos livremente porque não há necessidade de receita médica.

Segundo o toxicologista Anthony Wong, diretor do Ceatox (Centro de Assistência à Toxicologia) do Hospital das Clínicas, uma média de 1.600 pessoas são atendidas por mês com sintomas de intoxicação ou efeitos adversos aos medicamentos, ingeridos em casa, sem orientação.

"Desenvolver alergia por causa da automedicação é muito mais comum do que se imagina. Em muitos casos os sintomas são leves e as pessoas não chegam a procurar um médico", diz Wong.

Cerca de 2.000 pessoas procuram o ambulatório de alergia e imunologia do Hospital do Servidor Público Estadual por mês. Com base nesses dados, a Sociedade Brasileira de Alergia e Imunopatologia fez uma pesquisa por amostragem, envolvendo 54 pacientes que tiveram a reação alérgica confirmada no hospital.

Entre os pacientes analisados, 44% tiveram alergia ocasionada pela ingestão inadequada de analgésicos e antiinflamatórios e 23% por causa dos antibióticos. Apenas 5% tiveram reações ocasionada pelo uso incorreto de anticonvulsionantes (drogas que, em geral, provocam reações graves).

Segundo a coordenadora da pesquisa, Fátima Rodrigues Fernandes, presidente da sociedade (regional São Paulo), os principais sintomas da reação alérgica ao medicamento são inchaço nos olhos e na boca, manchas vermelhas pelo corpo, coceiras intensas e, em casos mais graves, formação de bolhas.

O tempo de reação após a automedicação pode acontecer minutos após a ingestão do medicamento e até mesmo depois de semanas. Fátima destaca que as pessoas podem desenvolver reações alérgicas mesmo que já tenham tido contato com aquele medicamento antes. "Ao contrário do que muita gente pensa, o organismo pode sim reagir a algum medicamento que ele já tenha tido contato", explica.

Os abusos e os riscos da automedicação levaram o Conselho Regional de Farmácia de São Paulo a iniciar uma campanha educativa para orientar os consumidores sobre os riscos de tomar qualquer remédio sem orientação.

"A cultura do brasileiro é tomar qualquer remedinho quando sente alguma dor. A campanha quer orientar a população a procurar sempre um médico ou um farmacêutico", diz Raquel Rizzi Grecchi, presidente do CRF-SP.

Para acessar o site do Idec, clique aqui.
 
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