Endocrinologia/Glândulas - Tireóide- leia mais
Esta página já teve 115.787.445 acessos - desde 16 maio de 2003. Média de 27.700 acessos diários
home | entre em contato
 

Endocrinologia/Glândulas

Tireóide- leia mais

16/04/2006

Para saber mais sobre a glândula tireóide:

A glândula tireóide do adulto, de tamanho variável, está entre os maiores órgãos endócrinos do corpo. Está localizada na parte ântero-superior da traquéia, próxima ã cartilagem cricóide. É dividida em dois lobos, unidos pelo istmo. A tireóide é bastante vascularizada com origem sangüínea proveniente das grandes artérias da região do pescoço. A unidade funcional básica da glândula são os folículos, de tamanho variável, circundados pela membrana basal. A região central de cada folículo contém uma substância protéica chamada colóide, onde estão presentes as formas de armazenamento dos hormônios produzidos pela glândula. Os hormônios tireoideanos contém iodo, sendo este proveniente da dieta, presente na corrente sangüínea como iodeto iônico (I), que é ativamente captado pelos folículos tireoideanos. Dentro dos folículos o iodeto é convertido ãs formas ativas do iodo, o qual é ligado ao aminoácido tirosina para formar a Monoiodotirosina (MIT). Na presença de uma segunda molécula de iodo ligada ã tirosina podemos encontrar a Diiodotirosina (DIT). Duas diiodotirosinas ligadas formam o T4 - tetraiodotironina (Tiroxina), e uma monoiodotirosina unida a uma diiodotirosina formam o T3 - triiodotironina, que vêm a ser os produtos de secreção da tireóide (Fig. 1).




Hormônios Tireoideanos - Fisiologia e transporte

As tirosinas são parte de uma molécula de glicoproteína conhecida como tireoglobulina que é produzida pelas células foliculares e secretadas para dentro do colóide. Quando a secreção tireoideana é ativada , moléculas de tireoglobulina são levadas para o folículo por endocitose.

Intracelularmenrte enzimas provenientes dos lisossomos degradam as moléculas de tireoglobulina liberando as diversas formas químicas das tirosinas. A síntese de T3 ocorre em 15% a partir de células foliculares da glândula e o restante a partir dos anéis livres não ligados ao iodo proveniente das moléculas de T4 total. Na circulação os hormônios são ligados a proteínas plasmáticas como TBG - globulina transportadora de tiroxina, TTR - transtiretina e TBA - albumina. Somente 0,04 % de T4 e 0,4% de T3 se encontram na forma livre sendo estas frações biologicamente ativas. Entre todas as funções metabólicas descritas dos hormônios tireoideanos encontramos : 1) O efeito calorigênico (aumento de consumo de oxigênio e produção de calor) de alguns órgãos como baço, cérebro, útero e testículo; 2) Fisiologicamente eles facilitam a síntese protéica; 3) Influenciam o metabolismo de carboidratos, aumentando a utilização dos mesmos e acelerando a liberação de energia; e 4) Estimulam muitas fases do metabolismo lipídico, sua síntese, transporte e degradação.

O excesso ou deficiência das frações livres de tiroxina é que determinam o Hipertiroidismo e o Hipotireoidismo nas suas formas clínicas, porém como várias drogas e patologias afetam as concentrações das proteínas transportadoras é recomendado o estudo dos hormônios ligados e livres.

Um outro hormônio produzido pela tireóide chamado Calcitonina é secretado pelas células parafoliculares (“C” cells) localizadas nas adjacências dos folículos tireoideanos. Ele é um polipeptídeo responsável pelo metabolismo de cálcio sangüíneo e ósseo.

Todos estes hormônios podem ser examinados in vitro a partir do sangue periférico, sendo as mais utilizadas e com grande valor clínico as dosagens de TSH, T4 total, T4 livre direto ou indiretamente o que inclui T3 resina de retenção e outros como T3, T3 livre, tireoglobulina. Outros testes incluem os anticorpos tireoideanos que serão discutidos adiante.


Doenças mais comuns da glândula tireóide

As doenças tireoideanas mais comuns na prática médica e que exigem investigação laboratorial incluem hipotireoidismo, nódulos tireoidianos, bócio, tumores, tireoidites e doenças hipofisárias que alteram a secreção de TSH. Existem outras patologias associadas que, apenas brevemente, serão discutidas neste informativo como: hipotireoidismo congênito e doenças tireoideanas da gravidez e Pós-Parto. Existe uma extensa lista de medicamentos que interferem na função tireoideana, havendo necessidade de correlacioná-los aos resultados laboratoriais alterados. Dentre estes destacam-se: prostaglandinas, estrogênios, contraceptivos orais, androgênios, aspirina, corticosteróides, lítio, dexametasona e alguns antibióticos. Cada laboratório deve estabelecer o valor de referência adequado para sua população normal. Diante da diversidade de ensaios disponíveis no mercado, criamos a tabela abaixo como guia para interpretação de estudos da função tireoideana. Esta tabela se baseia no aumento e diminuição dos hormônios em relação as doenças mais comuns da glândula (Tabela 1).


Diagnóstico TSH
microUI/ml)
T4 Total
(mcg/dl)
T3 Total
(ng/dl)
T4 Livre
(ng/dl)
T3 Livre
(pg/ml)
T3 Uptake
(%)
ITL
Hipertireoidismo
Baixo Elevado Elevado Elevado Elevado Elevado Elevado
Hipotireoidismo Elevado
ou Normal
Normal
ou Baixo
Normal
ou Baixo
Normal
ou Baixo
Normal
ou Baixo
Baixo Baixo
Gravidez
Normal Elevado Elevado Normal Normal Elevado Elevado
Neonatal
Elevado Baixo Baixo Normal Normal Normal Normal



TSH - Tireotrofina ou Hormônio Tireo-estimulante

A tireotrofina é uma glicoproteína com cerca de 15% de carboidratos e duas cadeias polipeptídicas (alfa e beta), secretada por células especializadas da hipófise anterior. A secreção de TSH é regulada pela liberação de TRH (hormônio liberador de tireotrofina proveniente do hipotálamo), que estimula a glândula hipofisária e lança o hormônio TSH para o sistema vascular pituitário. Por um “feedback” negativo quando ocorre a produção de T3, por desalogenação de T4, em condições fisiológicas haverá então o bloqueio da secreção de TSH(Fig 2). Os níveis séricos deste hormônio são mais baixos durante o dia, mas sua variação no decorrer do período diurno não ultrapassa 10% do valor basal. TSH sérico de 3ª geração representa o melhor parâmetro biológico para avaliação da função tireoideana. Os valores de referência são de 0,4 a 4,0 microUI/ml. Nos últimos anos houve uma importante melhora na sensibilidade dos ensaios através de leituras imunoradiométricas isotópicas (I125) e não isotópicas (enzimática, fluorimétrica e quimiluminométrica). As dosagens de TSH de 3ª geração com sensibilidade de 0,01 microUI/ml distinguem níveis suprimidos daqueles normais e tornaram-se testes de primeira linha para hipotireoidismo e hipertireoidismo. A metodologia utilizada no Laboratório São Marcos é o imunoensaio de duplo anticorpo e leitura por quimiluminescência.


Teste de Estímulo TSH/TRH

O TRH é um hormônio tripeptídeo presente em elevada concentração no hipotalámo, embora ocorra em outras estruturas corticais. Ele atua sobre a hipófise liberando TSH, GH e prolactina. Sua dosagem laboratorial isoladamente não tem valor. Este teste é útil na avaliação da reserva hipofisária de TSH e no diagnóstico de casos iniciais e limítrofes de hipertireoidismo onde se observa um delta menor que um (1,0) entre o TSH basal e após estímulo com TRH, e auxilia na diferenciação do hipotireoidismo primário, hipofisário ou hipotalâmico. Uma resposta anormal, em casos de hipotireoidismo, representa um aumento de cerca de 10 vezes os níveis basais de TSH após a injeção endovenosa de 200 microgramas de TRH sintético ou níveis superiores a 20mUI/ml associado a sintomatologia clínica.


T4 Total

Sua meia-vida biológica é de 8 dias. Em pacientes sadios a glândula tireóide produz aproximadamente 80 microgramas de T4 por dia, dos quais 99,9% estão ligados principalmente a proteínas TBG. É um teste laboratorial normalmente utilizado para avaliação da ligação dos hormônios tireoideanos, importante no diagnóstico de hipotireoidismo e tireotoxicose. Sua dosagem sofre interferência de vários medicamentos como, por exemplo, Amiodarona e Beta bloqueadores.


T3 Total

O T3 tem como precursor a tiroxina (T4). No hipotireoidismo, em sua fase inicial, o T3 pode ser encontrado nas faixas normais, apesar do T4 já apresentar valores abaixo do normal. Seu aumento isolado pode ser uma forma de hipertireoidismo incidente em pacientes provenientes de zonas pobres em iodo alimentar. É util no diagnóstico e seguimento destes casos de hipertiroidismo, e para acompanhamento do tratamento com T4 sintético, objetivando o controle de excesso na terapêutica.

Frações livres

Hormônios ligados a proteínas são metabolicamente inativos, assim sendo a dosagem dos hormônios livres assume uma grande importância clínica, pois ao serem dosados não sofrerão variações relacionadas ao nível de TBG, sendo os responsáveis diretos pela regulacão do metabolismo celular e pelo "feedback" negativo com o eixo hipófise-hipotálamo.


T4 Livre (FT4)

Sua avaliação em conjunto com a dosagem de TSH é fundamental no diagnóstico e acompanhamento de hipertireoidismo. O FT4 ao entrar nas células dos tecidos periféricos é convertido em T3. Esta conversão se processa principalmente a nível hepático e renal. Desta maneira, caso haja aumento ou redução do T4 total ou mesmo alterações nas proteínas de ligação, os níveis de FT4 permanecerão estáveis, o que traduz clinicamente que sua dosagem reflete uma boa avaliação metabólica. Os métodos de escolha para sua dosagem incluem o Radioimunoensaio após diálise e a quimiluminescência por competição em duas etapas ("Two steps"). Nosso laboratório utiliza o segundo método citado.


T3 Livre (FT3)

Tanto T4 livre quanto T3 livre são testes úteis no diagnóstico de tireotoxicose, particularmente quando esta doença apresenta níveis elevados de T3 total. T3 Livre representa 0,2 a 0,5% de T3 Total. Na suspeita de hipertireoidismo subclínico, quando FT4 pode estar normal ou duvidoso, o FT3 ajuda a afastar a suspeita diagnóstica.


ITL

Este pode ser medido a partir do T4 e T3 uptake, seguindo a lei da ação de massas, com resultados que correlacionam-se muito bem com a concentração de FT4. Sua importância clínica reside na diferenciação de uma disfunção dos hormônios tireoideanos e anormalidades de proteínas de ligação (TBG).

Anticorpos tireoideanos

Anti-TPO-Anticorpo
Anti-Peroxidase Tireoideana

Os anticorpos anti-microssomais têm sido substituídos pelo TPO, pois recentemente confirmou-se que o antígeno microssomal é a peroxidase tireoideana. A análise laboratorial é realizada por radioimunoensaio com antígeno específico e anticorpo em sanduiche. Nas doenças tireoideanas como: Tireoidite de Hashimoto, Tireoidite Atrófica e Pós-parto, seus níveis são quase que invariavelmente positivos. Sua positividade é menos freqüente na Doença de Basedow-Graves, nestes casos podendo apresentar baixos títulos. Raramente positivo em doenças não auto-imunes. Irá substituir a soro-aglutinação de Anticorpos anti-microssomais devido as suas maiores especificidade e sensibilidade. Valores acima de 12 U/ml são considerados positivos.

TRAB-Anticorpo Anti-Receptor de TSH

A presença deste anticorpo no soro indica doença auto-imune - Doença de Basedow Graves - em atividade. Os métodos utilizados para sua análise são ainda variados, sendo o mais utilizado aquele baseado na atividade TBII, método comercialmente disponível onde realiza-se a quantificação do percentual de inibição da tireotrofina bovina, marcada com I125 ligada ao receptor de tireotrofina humana. Este percentual expressa a atividade de Imunoglobulina inibidora da Ligação de Tireotrofina (TBII) representando a presença do anticorpo. Não há valores de referência. Estes imunoensaios são utéis na identificação de doenças auto-imunes, podendo ter valor ainda discutível de positividade em portadores de doenças auto-imunes.


Tg - Tireoglobulina

A dosagem sérica de tireoglobulina é usada como um marcador tumoral para seguimento de pacientes com carcinoma de tireóide. Sua concentração sérica reflete a massa de tecido tireoideano diferenciado, presença de processos inflamatórios ou lesões anatômicas da glândula e a intensidade de estímulo dos receptores de TSH. Diante da falta de padronização internacional e valores de referência para este método, vamos encontrar uma variação muito grande entre laboratórios. Nosso laboratório utiliza o método de Radioimunoensaio (RIE).


Principais Alterações Tireoideanas:

Hipotireoidismo Subclínico: É definido bioquimicamente pela associação de elevados valores de TSH, FT4 normal, TPO freqüentemente positivo. Na presença de anormalidades cardíacas, lipídicas e hepáticas, com pouca ou nenhuma sintomatologia clínica, a terapêutica se justifica. E na presença de bócio a reposição de tiroxina se torna importante e é recomendada. Pode ser uma conseqüência da Tireoidite de Hashimoto ou Pós-Parto (Tabela 2).


Diagrama esquemático de investigação ambulatorial



Hipotireoidismo: Devido ã extensão da patologia, serão citados apenas os principais sintomas: metabolismo deprimido, anemia, astenia, sonolência, ganho de peso (4 a 6kg), alterações nos ciclos menstruais, palidez, pele ressecada, rouquidão, depressão, queda de cabelos, bradicardia ou taquicardia, alterações compor-tamentais e laboratorialmente comprovado pela baixa nos níveis de T4, FT4, ITL e elevação nos níveis de TSH acima de 10microUI/ml.

Hipertireoidismo Subclínico: TSH baixo (inferior a 0,01microUI/ml) e FT4 normal. Pode ser uma situação transitória, fase inicial da Tireoidite Pós-Parto, Ablação Pós-Iodo radioativo ou iatrogênica.

Hipertireoidismo: Os principais sintomas estão relacionados com a elevação do metabolismo: emagrecimento, intolerância ao calor, tremores de extremidades, sudorese das mãos, taquicardia, diarréia, irritabilidade, elevação nos níveis de T4, T3, FT4 e ITL e TSH baixo (99% dos pacientes com valores inferiores a 0,05microUI/ml).

Síndrome do T3 Baixo - Eutireoideano Doente: Esta alteração pode ocorrer em situações especiais, recém-nascidos, idosos com inanição, doentes graves (queimados, CTI) e em usuários de drogas tais como beta-bloqueadores, corticosteróides e amiodarona. O que se observa é a transformação do T3 em T3 reverso, níveis normais de TSH e baixa de T3.

Alterações Geriátricas: Os níveis de T3 decrescem com a idade. Tal fato pode ser decorrente a múltiplas afecções, agudas e crônicas, prevalência populacional aumentada das doença auto-imunes, em especial acometendo a Tireóide. Em face destes achados, devemos dar atenção ã reposição hormonal destes pacientes.

Função Tireoideana durante o Crescimento Fetal e Gravidez: A função da Tireóide fetal se estabelece entre a décima segunda e décima sexta semanas de gestação e está sob o controle hipotálamo-hipofisário do feto. Ao final do período gravídico, existe passagem transplacentária de T4 ã circulação fetal, como se pode observar pela presença de níveis de T4 detectáveis em recém-nascidos com Atirose. Acrescenta-se a este fato, a presença de atividade enzimática da desalogenase Tipo I no tecido placentário.

Na época do parto, o feto possui TSH elevado, FT4 normal, T3 baixo e T3R elevado. Imediatamente após o parto, nota-se abrupta e transitória elevação do TSH e reversão do nível sérico de T3, T3R e T4 aos valores normais.

Durante a gestação a concentração sérica de TBG eleva-se a níveis duas vezes o normal. A Tireóide usualmente está aumentada de tamanho, voltando ao normal após o parto.


Testes laboratoriais comumente usados na avaliação da função tireoidiana
Teste Direto da Função Tireoideana Captação de Iodo Radioativo
Testes de Concentração dos Hormônios Tireoideanos T4 Total-Sérico
T3 Total-Sérico
Testes de Avaliação do Impacto Metabólico dos Hormônios Tireoideanos Estudo do Metabolismo Basal
Colesterol Sérico
Testes de Avaliação do Mecanismo de Regulação TSH
Estímulo com TRH
Teste Miscelâneos Anticorpos Tireoideanos
Tireoglobulina
Estímulo com TRH
Cintilografia
Ultrasonografia
Biópsia com agulha fina



Valores de Referência do Laboratório São Marcos
Hormônios TSH
(microUI/ml)
T4 Total
(mcg/dl)
T3 Total
(ng/dl)
T4 Livre
(ng/dl)
T3 Livre
(pg/dl)
T3 Uptake
(%)
Tg
(ng/dl)
TPO
(U/ml)
TRAB
(%)
Eutireoidismo 0,4 a 4,0 5,0 a 13,0 80 a 210 0,6 a 1,6 2,6 a 5,4 25 a 37 2 a 30 < 12 > 10
Metodologia Q Q Q Q Q Q RIE RIE RIE
Legenda: Q = Quimiluminescência RIE = Radio-imunoensaio

Exames Complementares

Fazem parte ainda da propedêutica nas doenças tireoideanas, a PAAF (Punção Aspirativa com Agulha Fina), realizada por profissional habituado com o procedimento; Ultra-sonografia de Alta Resolução da Tireoíde; Cintilografia; Tomografia Computadorizada e Ressonância Nuclear Magnética, no entanto são métodos com indicações precisas e não cabe neste momento tecer maiores detalhes sobre cada um deles. Apesar da amplitude dos métodos propedêuticos, devemos manter sempre o bom senso e aplicação fiel aos princípios clínicos, usando de forma correta os métodos complementares.

Referências Bibliográficas

1) De Groot, Leslie J: in Diagnostic Methods in Clinical Thyroidology, Joel I. Hamburguer, Editor.

2) Chopra IJ, Solomon DH, Hepner GW, Morgenstein. AA: Misleandingly low free thyroxine index and usefulness of reverse triiodothyronine measurement in nonthyroidal illness. Ann Internal Med 90:905,1979.

3) Basset F, Easteman CJ, Ma G, et al: Diagnostic value of thyrotrophin concentration in serum as measured by a sensitive immunoradiometric assay. Clinical Chemistry 32:461,1986.

4) Ridgway E.Chester. Modern concepts of primary thyroid gland failure. Clinical Chemistry 42:1 179-182, 1996.

5) Wasjchenberg, Bernardo L. Tratado de Endocrinologia Clínica. Roca, 1992.

6) Arquivos Brasileiros de Endocrinologia e Metabologia. Vol. 38, Número 03 Setembro 1994.

7) NACB Symposium on Thyroid Testing. Clinical Chemistry 42:1, Pg.119-192, 1995.

8) P. Reed Larsen. Cecil Textbook of Medicine, Chapter 216.The Thyroid.19th Edition, W.B. Saunders, 1992.

http://www.saomarcoslaboratorio.com.br/medicos/noticias/smartigos005.html


IMPORTANTE

  •  Procure o seu médico para diagnosticar doenças, indicar tratamentos e receitar remédios. 
  • As informações disponíveis no site da Dra. Shirley de Campos possuem apenas caráter educativo.
Publicado por: Dra. Shirley de Campos
versão para impressão

Desenvolvido por: Idelco Ltda.
© Copyright 2003 Dra. Shirley de Campos
 
Hacked by
#TeaMGh0sT

~ DB GOT DROPPED ~