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Resumo
GANDOLFI, José Francisco e BRAILE, Domingo Marcolino. Rev Bras Cir Cardiovasc, nov./dez. 2003, vol.18, no.4, p.359-363. ISSN 0102-7638.
A assistência pulmonar extracorpórea tem sido proposta como uma alternativa invasiva ao tratamento convencional, quando a oxigenação adequada torna-se impossível pelo uso de ventilação mecânica. Usualmente, a ventilação extracorpórea é realizada por meio de shunt veno-venoso ou veno-arterial, com bomba de rolete ou centrífuga, oxigenador de membrana e permutador de calor. Entretanto, a oxigenação extracorpórea por membrana (ECMO) realizada com auxílio circulatório produz hemólise, distúrbios da coagulação, resposta inflamatóriae complicações técnicas inerentes a um procedimento de alto risco e elevado custo. Para reduzir os inconvenientes do trauma sangüíneo, durante a assistência extracorpórea prolongada, pode-se utilizar o gradiente de pressão artério-venoso para impulsionar o sangue através do sistema. Neste artigo são analisadas as principais contribuições da oxigenação extracorpórea por membrana (ECMO) sem auxílio circulatório utilizada experimentalmente e em crianças e adultos portadores de insuficiência respiratória, com a perspectiva de aplicação clínica em recém-nascidos.
Palavras-chave: Oxigenação da membrana extracorpórea; Oxigenadores de membrana; Oxigenadores; Recém-nascido.
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