Ginecologia/Mulher - Ovários Policísticos:
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Ginecologia/Mulher

Ovários Policísticos:

17/06/2003

Ovários Policísticos: Aprenda A Identificar E Tratar O Problema 

Oleosidade na pele, espinhas ou menstruação irregular: qualquer um desses problemas pode ser sintoma da síndrome dos ovários policísticos. E isso é mais comum do que você imagina: uma em cada cinco mulheres sofrem desse mal. A doença, facilmente identificada pelo exame de ultra-som ginecológico, é causada por um desequilíbrio na produção de estrógeno e progesterona (hormônios femininos) pelo organismo. Essa alteração hormonal acaba gerando vários cistos nos ovários. E, apesar de não ser considerada pelos médicos uma doença grave, a síndrome pode causar problemas na hora de engravidar. 

Sinais de alerta 
- Ciclo menstrual irregular: as mulheres com essa síndrome podem passar longos períodos sem menstruar e, depois de alguns meses, ter sangramento intenso. 
- A diminuição da quantidade da menstruação também pode ser um sinal. . Aumento da oleosidade da pele e ocorrência de acne. 
- Obesidade. 
- Aumento de pêlos (chamado pelos médicos de hirsutismo). . 
- Dificuldade para engravidar: por não apresentarem ovulação regular, algumas portadoras da síndrome podem ter sua fertilidade prejudicada. 

Tratamento à base de hormônios 
Não existe cura para essa doença, já que não se sabe ao certo a causa desse desequilíbrio hormonal. Mas, caso a mulher não queira engravidar, é possível manter a síndrome sob controle com pílulas anticoncepcionais. Elas acabam com o aumento de pêlos, espinhas, irregularidades menstruais, cólicas e, em alguns casos, com a elevação excessiva de peso. Quem não pode tomar pílula normalmente é tratada com medicamentos à base de progesterona. Se você desconfia que tem esse problema, marque uma consulta com o seu ginecologista o mais rápido possível. Ele vai pedir os exames necessários e logo começar o tratamento. 

Para quem quer engravidar
Como têm ovulação irregular, as portadoras dessa doença podem apresentar dificuldade em engravidar. "Existem casos em que a mulher ovula eventualmente e então ocorre a fecundação. Em outros, é necessário procurar a ajuda de programas de fertilidade como indução de ovulação", explica Lourdes Helena Braga, ginecologista do Hospital Pérola Byington, em São Paulo. 

Fonte: Obsidiana 

 


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