Cardiologia/Coração/CirurgCardíaca - Impacto da troponina I cardíaca sérica na evolução tardia de pacientes submetidos a ressincronização com estimulação biventricular: seguimento de até
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Cardiologia/Coração/CirurgCardíaca

Impacto da troponina I cardíaca sérica na evolução tardia de pacientes submetidos a ressincronização com estimulação biventricular: seguimento de até

31/08/2007

Impact of serum troponin I in the long-term evolution of patients submitted to resynchronization with biventricular stimulation: follow-up of up to 59 months

  João Carlos F. LEAL, Valéria BRAILE, Achilles ABELAIRA FILHO, Luis Ernesto AVANCI, Moacir F. GODOY, Domingo M. BRAILE
  Páginas: 186 à 190
 
Descritores: Troponina. Arritmia. Insuficiência cardíaca congestiva. Marca-passo artificial.
Descriptors: Troponin.Arrhythmia. Heart failure, congestive. Pacemaker, artificial.


Resumo:
Objetivo: Analisar evolução e a influência prognóstica dos níveis séricos da troponina I cardíaca nos pacientes com insuficiência cardíaca congestiva (ICC) submetidos a ressincronização interventricular (RV), com seguimento de até 59 meses.

Método: Foram analisados 33 pacientes com miocardiopatia dilatada idiopática em classe funcional III/IV da NYHA, submetidos a RV. A qualidade de vida (QV) foi analisada pré e pós-operatoriamente com o Minnesota Code e a função ventricular através da ecocardiografia. Os níveis séricos da troponina I foram dosados em 23 pacientes, utilizando o teste exato de Fischer para avaliar sua relação com o evento óbito, e a curva de Kaplan-Meier para análise da taxa de sobrevivência.

Resultados: A QV foi significantemente melhor após a RV, com mediana de 73 pontos, no pré e 36, no pós (p<0,0001). O diâmetro diastólico do VE (DDVE) apresentou redução de 65mm, no pré para 60mm, no pós (p=0,0014), com aumento da fração de ejeção (FEVE) de 37 para 47% (p=0,0004). Nos 15 pacientes com valores normais de troponina, não ocorreram óbitos e dos oito pacientes com valores elevados, seis faleceram (p=0,0003). A curva atuarial de livres de óbitos mostrou uma taxa de sobrevivência de 47,1±13,3%, ao final de 59 meses.

Conclusões: A RV em pacientes com ICC melhora a QV e os parâmetros ecocardiográficos. Constitui uma boa alternativa para os pacientes em classe funcional III/IV NYHA. Os níveis séricos elevados da troponina I cardíaca foram preditores de risco para óbito.

Fonte:

 

http://www.rbccv.org.br/detalhe_artigo.asp?id=478

 

 

 

 

 

 

 


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