Antienvelhecimento/Longevidade - A base genética do envelhecimento e a maneira de retardá-lo
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Antienvelhecimento/Longevidade

A base genética do envelhecimento e a maneira de retardá-lo

18/06/2003

 

 

Pela primeira vez, pesquisadores da Universidade de Wisconsin-Madison traçaram o perfil das mudanças genéticas específicas que ocorrem durante o envelhecimento de animais de laboratório. Tal descoberta pode auxiliar na ampliação do período de vida e na preservação da saúde.

O trabalho, conduzido com camundongos, combina uma poderosa técnica genética recente a restrições na dieta, único método conhecido para retardar o processo de envelhecimento.

A pesquisa foi publicada no jornal Science, em 27 de agosto de 1999.

Os pesquisadores, liderados por Tomas A. Prolla e Richard Weindruch, traçaram o perfil de ação de 6347 genes, e catalogaram variações da atividade genética em dois grupos de camundongos: um com dieta padrão e outro com dieta reduzida a 76% da padrão.

"Esse estudo analisou mais genes relacionados ao envelhecimento do que todos os outros estudos anteriores combinados", diz Prolla. O estudo acessou 5 a 10% do genoma de camundongo através do uso de um gene chip, ou seja, um pequeno pedaço de vidro contendo DNA que, quando lido por um laser, revela, prontamente, o nível de atividades para milhares de genes individuais.

Conforme a idade, a atividade de um pequeno grupo de genes (menos de 2% dos genes investigados) varia marcadamente. Esses genes governam tarefas biológicas críticas tais como resposta ao estresse, reparo de proteínas e produção de energia.

Em um grande passo para o entendimento da forma pela qual uma dieta reduzida em calorias atua para desacelerar, dramaticamente, as manifestações físicas do envelhecimento, muitos dos genes que exibiram variações na atividade em camundongos em dieta padrão permaneceram praticamente intactos naqueles em dieta reduzida.

O estudo sustenta a idéia de que restrições calóricas desaceleram o metabolismo, processo químico pelo qual alimentos são convertidos em energia. Nesse processo, alguns produtos tóxicos são produzidos, danificando proteínas e levando a uma resposta para o estresse. Porém, a habilidade de reparo de proteínas se reduz conforme a idade.

Fonte: Science, 27/08/1999


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