Vascular/Cirurgia Vascular/Circulação - Relação entre a mobilidade da articulação talocrural e a úlcera venosa
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Vascular/Cirurgia Vascular/Circulação

Relação entre a mobilidade da articulação talocrural e a úlcera venosa

08/10/2007

Jornal Vascular Brasileiro

 

Resumo

BELCZAK, Cleusa Ema Quilici, CAVALHERI JR., Gildo, GODOY, José Maria Pereira de et al. . J. vasc. bras., jun. 2007, vol.6, no.2, p.149-155. ISSN 1677-5449.

CONTEXTO: O presente estudo avalia a mobilidade da articulação  talocrural nos seis estágios  clínicos da  classificação CEAP (clínica, etiológica, anatômica e  patofisiológica do International Consensus Committee Reporting Standards on Venous Disease) para doença venosa  utilizando a goniometria, e detecta  redução da mobilidade articular nos estágios mais avançados da doença, C5 e C6 (úlcera cicatrizada ou ativa). OBJETIVO: Investigar a existência de uma relação entre a severidade clínica da doença venosa crônica dos membros inferiores e a diminuição do grau de mobilidade da articulação talocrural. MÉTODO: Selecionaram-se aleatoriamente 120 membros pertencentes a 88 pacientes brancas, que foram separados com base em sua apresentação clínica de acordo com a categoria C da classificação CEAP, sendo distribuídos em 6 grupos pertencentes às categorias de C0-C1 (grupo controle) até C6, com 20 membros cada um e médias de idade próximas para cada grupo. O grau de mobilidade do tornozelo foi acessado por goniometria de apoio plantar em posição de decúbito supino. RESULTADOS: Os grupos C de CEAP apresentam diferença significativa em relação ao grau de mobilidade da articulação talocrural medida por goniometria (p < 0,001). C6 difere significativamente dos demais grupos (p < 0,05); C5 difere significativamente de C6, C3, C2 e C0-C1 (p < 0,05), mas não apresenta diferença significativa do grupo C4; C4 difere significativamente do grupo C6 (p < 0,05) e não difere dos demais grupos; C0-C1, C2 e C3 não apresentam diferença significativa entre si e em relação a C4, e diferem dos grupos C5 e C6 (p < 0,05). O nível de significância utilizado para os testes foi de 5%. CONCLUSÃO: Existe relação entre a severidade clínica da insuficiência venosa crônica dos membros inferiores e a diminuição do grau de mobilidade da articulação talocrural, e ela se faz mais evidente na presença de úlcera venosa ativa ou cicatrizada.

Palavras-chave : Insuficiência venosa; articulação talocrural; úlcera venosa.

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Fonte:

http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_abstract&pid=S1677-54492007000200009&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt

 

 


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