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No ciclo menstrual natural, em geral um único óvulo (oócito) cresce até a maturação e pode ser fertilizado. Já nos ciclos destinados a fertilização in vitro (FIV) ou inseminação intrauterina (IIU), são utilizadas gonadotrofinas injetáveis (LH e FSH) que atuam estimulando a produção de mais de um óvulo (oócito) no ciclo. A figura (ultra-som do ovário) mostra o ovário com vários folículos (estruturas escuras); dentro de cada folículo existe um oócito. Em geral, as gonadotrofinas são administradas a partir do segundo ou terceiro dia do ciclo menstrual, e sua ação é monitorizada por meio de ultra-sonografias transvaginais sucessivas. |
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Quer o procedimento seja a inseminação intra-uterina, quer seja a fertilização in vitro, quando os folículos atingem diâmetros médios de 17 a 18 mm, a maturação final dos óvulos é induzida por meio de uma injeção de um outro hormônio chamado gonadotrofina coriônica humana (hCG). Sua ação é similar à do LH no ciclo menstrual natural: mais ou menos 36 horas após a injeção ocorrerá a ovulação. A figura (ultra-som uterino) mostra o aspecto do endométrio antes do uso do hCG. |
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na inseminação intra-uterina após 36 hora da aplicação do hCG, é feita a colocação dos espermatozóides (preparados) dentro do útero, por meio de um cateter flexível. Isto feito, espera-se que todas as outras etapas da reprodução (ovulação, captura dos óvulos pelas tubas, fertilização, transporte do embrião para dentro do útero e implantação no endométrio). Assim, a inseminação depende muito da integridade funcional do genital feminino para ter sucesso. |
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na fertilização in vitro antes de 36 hora da aplicação do hCG é feita uma cirurgia para captura dos óvulos, por via vaginal. Esses são levados ao laboratório e inseminados in vitro com os espermatozóides previamente preparados, com ou sem a utilização de injeção dos espermatozóides nos óvulos (ICSI). Após 3 a 5 dias, os eobriões são colocados dentro do útero por meio de um cateter flexível. |