Medicina Esportiva/Atividade Física - Hipotensão pós-exercício em hipertensos submetidos ao exercício aeróbio de intensidades variadas e exercício de intensidade constante
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Medicina Esportiva/Atividade Física

Hipotensão pós-exercício em hipertensos submetidos ao exercício aeróbio de intensidades variadas e exercício de intensidade constante

29/04/2008

Revista Brasileira de Medicina do Esporte

 

Rev Bras Med Esporte vol.12 no.6 Niterói Nov./Dec. 2006

doi: 10.1590/S1517-86922006000600003 

ARTIGO ORIGINAL

 

 

Hipotensión pós ejercicio en hipertensos sometidos a ejercicio aerobio de intensidades variadas y ejercicio de intensidad constante

 

 

Gisela Arsa da CunhaI, II; Aline Cristina Santos RiosII; Juliano Rodrigues MorenoI, II; Pedro Luiz BragaII; Carmen Silvia Grubert CampbellI, II; Herbert Gustavo SimõesI, II; Mara Lucy Dompietro Ruiz DenadaiII

IPrograma de Pós-Graduação Stricto-Sensu em Educação Física, Universidade Católica de Brasília DF
IILaboratório de Fisiologia do Exercício Universidade de Mogi das Cruzes, SP

Endereço para correspondência

 

 


RESUMO

O exercício agudo pode resultar em hipotensão pós-exercício (HPE), que tem sido observada em normotensos e hipertensos, especialmente após exercícios contínuos (intensidade baixa a moderada). O objetivo foi comparar os efeitos hipotensores de exercícios de intensidade variada (EIV) e constante (EIC) e verificar se EIV potencializa a HPE. Onze hipertensos (56,8 ± 2,6 anos; IMC = 26,5 ± 0,3kg/m2) foram submetidos a teste ergométrico (TE) e a duas sessões de exercícios submáximos em esteira (45 min), em dias distintos e com intervalo de 48h, sendo uma sessão de EIV alternando-se 2 min a 55,9 ± 2,6% e 1 min a 74,5 ± 4,0% da reserva de freqüência cardíaca (RFC) e uma sessão de EIC a 60 ± 2,5% da RFC. Em ambas as sessões os participantes permaneciam em repouso por 10 min (rep) para aferição da pressão arterial (PA) e freqüência cardíaca (FC), e então executaram 5 min de aquecimento seguidos de 45 min de EIV ou EIC. A PA e a FC foram monitoradas a cada 5 min de exercício e aos 5, 10, 15, 30, 60, 90 e 120 min de recuperação pós-exercício (rec). ANOVA e teste t de Student evidenciaram HPE de pressão arterial sistólica (PAS) após ambas as sessões (p < 0,001) e em todos momentos de rec, não havendo diferenças significativas entre EIC e EIV. A pressão arterial diastólica (PAD) apresentou HPE apenas após EIC aos 5, 10, 15 e 30 min de rec (p < 0,05), não sendo observada após EIV. HPE de pressão arterial média (PAM) foi observada após EIC e EIV em todos os momentos de rec. Apesar de as sessões resultarem em HPE semelhante para PAS, o EIC resultou em HPE de PAD e redução mais duradoura de PAM em relação ao EIV. Como nenhuma diferença fora observada entre os tratamentos para os valores de PA durante o período de rec, os autores concluem que o EIV não potencializa o efeito hipotensor pós-exercício quando comparado com o EIC.

Palavras-chave: Hipotensão pós-exercício. Hipertensão arterial. Esteira ergométrica. Variação de intensidade.


RESUMEN

El ejercicio agudo puede resultar en hipotensión pos ejercicio (HPE), que ha sido observada en normotensos e hipertensos, especialmente después de ejercicios continuos (intensidad baja a moderada). El objetivo ha sido comparar los efectos hipotensores de Ejercicios de Intensidad Variada (EIV) y Constante (EIC) y verificar si EIV potencia la HPE. Once hipertensos (56,8 ± 2,6 años; IMC 26,5 ± 0,3kg/m2) fueron sometidos a test ergométrico (TE) y a dos sesiones de ejercicios submáximos en cinta ergométrica (45 min), en días distintos y con intervalo de 48h, con una sesión de EIV alternándose 2 min a 55,9 ± 2,6% e 1 min a 74,5 ± 4,0% de la reserva de frecuencia cardíaca (RFC) y una sesión de EIC a 60 ± 2,5% de RFC. En ambas sesiones, los participantes permanecían en reposo por 10 min (rep) para medir la presión arterial (PA) y frecuencia cardíaca (FC), y a 5 min de calentamiento seguidos de 45 min de EIV o EIC. La PA y la FC fueron monitoreadas a cada 5 min de ejercicio y también a los 5, 10, 15, 30, 60, 90 y 120 min de recuperación pos ejercicio (rec). ANOVA y test-t de Student evidenciaron HPE de presión arterial sistólica (PAS) después de las dos sesiones (p < 0,001) y a cada momento de rec, no habiendo diferencias significativas entre EIC y EIV. La presión arterial diastólica (PAD) presentó HPE apenas después EIC a los 5, 10, 15 y 30 min de rec (p < 0,05), no siendo observado después EIV. HPE de presión arterial media (PAM) fue observado después de EIC y de EIV a cada momento de rec. A pesar de las sesiones resultar en HPE semejante para PAS, el EIC resultó en HPE de PAD y reducción más duradera de PAM en relación al EIV. Como ninguna diferencia fue observada entre los tratamientos para valores de PA durante el período de rec, concluimos que el EIV no potencia el efecto hipotensor pos ejercicio cuando es comparado al EIC.

Palabras-clave: Hipotensión pos ejercicio. Hipertensión arterial. Cinta ergométrica. Variación de intensidad.

 

http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1517-86922006000600003

 

 


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