Medicina Esportiva/Atividade Física - Freqüência cardíaca máxima em esteira ergométrica em diferentes horários
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Medicina Esportiva/Atividade Física

Freqüência cardíaca máxima em esteira ergométrica em diferentes horários

05/05/2008

Revista Brasileira de Medicina do Esporte

 

Rev Bras Med Esporte vol.12 no.6 Niterói Nov./Dec. 2006

doi: 10.1590/S1517-86922006000600004 

ARTIGO ORIGINAL

 

Frecuencia cardíaca máxima en cinta ergométrica a diferentes horarios

 

 

Leandro dos Santos AfonsoI, II, III, IV; João Fernando Brinkmann dos SantosII; José Ricardo LopesIV; Rodrigo TambelliIV; Eduardo Henrique Rosa SantosIV; Flavio Augustino BackIV; Luiz Menna-BarretoIV; Jorge Roberto Perrout de LimaI, II

ILaboratório de Avaliação Motora - LAM, Faculdade de Educação Física e Desportos, Universidade Federal de Juiz de Fora - UFJF
IILaboratório de Fisiologia do Exercício e Cineantropometria - LAFEC, Universidade Bandeirante de São Paulo - UNIBAN
IIIDepartamento de Educação Física, Universidade Ibirapuera - UNIB
IVGrupo Multidisciplinar de Desenvolvimento e Ritmos Biológicos - GMDRB, Instituto de Ciências Biomédicas - ICB, Universidade de São Paulo - USP

Endereço para correspondência

 

 


RESUMO

Como muitas medidas do desempenho humano apresentam variações circadianas que parecem acompanhar o ritmo da temperatura corporal, o objetivo deste estudo foi comparar a freqüência cardíaca máxima (FCmax) no teste de Bruce (Tbruce) em diferentes horários do dia. Foram estudados 11 indivíduos do gênero masculino, com 22,0 ± 1,6 anos, fisicamente ativos e do cronotipo intermediário. Observaram-se FC de repouso (FCrep), FC máxima (FCmax), percepção de esforço (PE) e tempo até a exaustão (TBruce). Para medir a FC, foi utilizado o cardiofreqüencímetro Polar Vantage NV. A PE foi obtida pela escala de Borg (6-20). Aplicou-se o protocolo de Bruce para esteira ergométrica, até a exaustão, em seis horários distintos: 9:00, 12:00, 15:00, 18:00, 21:00 e 24:00 horas. Os resultados foram submetidos à análise de variância para medidas repetidas, seguida do teste de Tukey (p < 0,05) e ao ajuste Cosinor para identificação de padrões rítmicos. Houve diferença significativa entre a FCrep das 15:00 e 24:00 horas (67,2 ± 6,9 e 60,4 ± 6,4bpm) e na FCmax das 12:00 e 24:00 horas (197,4 ± 7,9 e 191,3 ± 5,8bpm). Não foi observada diferença na PE e no TBruce. Foi encontrada ritmicidade em um indivíduo na FCrep, um na FCmax e dois no TBruce. Concluiu-se que, em condições não controladas, mantendo-se as atividades diárias, tanto a FCrep quanto a Fcmax apresentam valores mais baixos por volta das 24:00 horas, sem perda no desempenho aeróbio máximo e sem alteração da PE. Esses achados devem ser considerados na avaliação aeróbia e na prescrição de exercícios em horários mais tardios.

Palavras-chave: Avaliação aeróbia. Prescrição de treinamento. Percepção de esforço. Freqüência cardíaca de repouso.


RESUMEN

Debido a que muchas medidas de desempeño humano presentan variaciones circadianas que parecen acompañar el ritmo de la temperatura corporal, el objetivo de este estudio ha sido el de comparar la frecuencia cardíaca máxima (FCmax) en el test de Bruce (TBruce) en diferentes horarios del día. Fueron estudiados 11 individuos del género masculino, con 22,0 ± 1,6 años, físicamente activos y de cronotipo intermedio. Se observó la FC de reposo (FCrep), FC máxima (FCmax), percepción de esfuerzo (PE) y tiempo hasta la extenuación (TBruce). Para medir la FC se usó el cardiofrecuencímetro Polar Vantage NV. La PE se obtuvo por la escala de Borg (6-20). Se aplicó el protocolo de Bruce para cinta ergométrica, hasta la extenuación, en 6 horarios distintos: 9:00, 12:00, 15:00, 18:00, 21:00 y 24:00 horas. Los resultados fueron sometidos a análisis de varianza para medidas repetidas, seguida del test de Tukey (p < 0,05) y al ajuste Cosinor para identificación de los padrones rítmicos. Hubo diferencia significativa entre la FCrep de las 15:00 y 24:00 h (67,2 ± 6,9 y 60,4 ± 6,4 bpm) y en la FCmax de las 12:00 y 24:00 horas (197,4 ± 7,9 y 191,3 ± 5,8 bpm). No fue observada diferencia en la PE y en el TBruce. Se encontró ritmo en 1 individuo en la FCrep, 1 en la FCmax y 2 en el TBruce. A partir de esto se concluyó que, en condiciones no controladas, manteniéndose las actividades diarias, tanto la FCrep, como la Fcmax, presentan valores más bajos alrededor de las 24:00 horas, sin pérdida en el desempeño aeróbico máximo y sin alteración de PE. Estos resultados deben ser considerados en la evaluación aeróbica y en la prescripción de ejercicios en horarios más tardíos.

Palabras-clave: Evaluación aeróbica. Prescripción de entrenamiento. Percepción de esfuerzo. Frecuencia cardíaca de reposo.

 

http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1517-86922006000600004

 

 


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