A monitorização biológica da exposição ao Níquel é viável e usada, essencialmente, no espaço laboral. A concentração de Níquel pode ser determinada no sangue, urina, soro, cabelos e saliva. O Níquel absorvido não é armazenado no organismo, uma vez que é rapidamente excretado na urina. A concentração de Níquel na urina e no soro reflecte a exposição recente aos compostos de Níquel, servindo para monitorizar os níveis de Níquel.
São vários os métodos disponíveis para quantificar o Níquel, mas os mais utilizados são: Espectofotometria de absorção atómica e electrotérmica,
Sendo esta última mais adequada para os níveis a que normalmente, o Níquel se encontra no organismo, na ordem dos μg.
O Níquel está, normalmente, presente nas amostras biológicas em níveis muito baixos (0.3 a 1.2 μg/L no soro e 2.0 a 6.0 μg/L a urina)
A monitorização da carboxihemoglobina no sangue pode ser relevante no despiste de intoxicações uma vez que o Carbonilo de Níquel é metabolizado a monóxido de carbono durante o processo de extracção.[18]