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A realização de mais pesquisas acerca da demência é uma das necessidades em países em desenvolvimento. A avaliação das variações na freqüência da doença entre diferentes regiões poderia aumentar a compreensão do problema, mas dificuldades metodológicas precisam ser evitadas. Pesquisadores de diversos países, inclusive do Brasil, desenvolveram e testaram uma ferramenta diagnóstica para a demência, e publicaram seus resultados na revista The Lancet desta semana. Em um estudo multicêntrico, pesquisadores do Grupo de Pesquisa da Demência entrevistaram 2.885 pessoas com mais de 60 anos em 25 centros na Índia, China e sudeste da Ásia, América Latina e Caribe, e África. 729 deles eram portadores de demência. Baseado na pesquisa, foi criado um algoritmo diagnóstico que pode ser utilizado nos países em desenvolvimento.
IMPORTANTE
- Procure o seu médico para diagnosticar doenças, indicar tratamentos e receitar remédios.
- As informações disponíveis no site da Dra. Shirley de Campos possuem apenas caráter educativo.
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