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Minerais

Um nutriente essencial na adolescência – valorização nutricional do zinco

31/07/2008
Adolescencia Latinoamericana
ISSN 1414-7130 versión impresa

 


Adolesc. Latinoam. v.2 n.2 Porto Alegre mar. 2001

 

Um nutriente essencial na adolescência – valorização nutricional do zinco

María I. Passamai de Zeitune; Adriana Noemí Ramón; Mónica Elena y Couceiro de Cadena*

Resumo
A adolescência é um período em que o crescimento, assim como desenvolvimento físico, psíquico e social, ocorre de forma rápida e intensa. Neste processo biopsicossocial, a nutrição influi sobre as mudanças que se produzem por aumento das necessidades, assim como sobre as estratégias dos indivíduos para satisfazê-las.
O zinco é um elemento essencial, formando parte de enzimas que participam da maioria das principais vias metabólicas. Deficiências leves do zinco podem influir sobre os padrões de crescimento dos adolescentes devido ao fato de ele cumprir numerosas funções estruturais, bioquímicas e de regulação de diferentes sistemas biológicos.
Para avaliar o estado nutricional deste oligoelemento, não existe um indicador suficientemente confiável, sensível e específico. Na verdade, desconhece-se o estado basal do zinco nos indivíduos, portanto, não se pode avaliar o estado deste oligoelemento de forma simples, rápida e com interpretação adequada, quando aparecem sintomas de deficiência.
Unitermos:
Adolesc latinoam 2001; 2 (2): nutrição, crescimento físico.

 

O fenômeno da puberdade é, indiscutivelmente, biológico (1); nela se produz a diferenciação sexual completa e modifica-se o tamanho e a composição corporal. Há uma grande variabilidade individual nestes processos que são determinados tanto pela genética como pelo ambiente (2).

O adolescente necessita incorporar a energia e os princípios nutritivos por meio dos alimentos que seleciona, de acordo com seus gostos, hábitos, preferências, dietas da moda, condição socioeconômica ou propaganda. Portanto, pode equivocar-se ao escolher os alimentos, o que representaria um fator de risco de sofrer doenças, causá-las ou agravar alguma pré-existente (2, 3).

O zinco é essencial para otimizar os processos de crescimento e desenvolvimento, reprodução, imunidade, proteção antioxidante, estabilização das membranas e expressão genética (2, 4, 5, 6); forma parte de enzimas (4, 5, 7, 8, 9), cumpre, no organismo, funções catalíticas e estruturais (4); participa do metabolismo das proteínas, lipídios e carboidratos e na síntese e degradação do ácido nucléico (6). Por isso, se faz necessário conhecer as necessidades deste elemento para os adolescentes, os quais vão depender do estado do nutriente e das reservas corporais de zinco mobilizável (10).

Ao estimar a ingestão de zinco, é necessário ter consciência da falta de um método confiável para avaliar seu estado nutricional (4) e fonte alimentar de onde provém este elemento, que determinam sua concentração relativa (11), dependendo da fertilidade do solo (7, 12), exploração intensiva dos cultivos (12) e/ou técnicas do processamento dos alimentos (7, 11); sua interação com outros nutrientes (biodisponibilidade) (4) e a sua inclusão na dieta (hábito alimentar, modas e costumes) (2, 11) que, por seu lado, condicionam a disponibilidade por zonas geográficas ou nível socioeconômico; fatores fisiológicos que provoquem má absorção do metal ou que aumentem sua excreção. Deve-se, também, considerar momentos específicos da vida do indivíduo, como é o caso da adolescência, e o cálculo de aportes adicionais para o crescimento (4).

O National Research Council estimou as necessidades de zinco para adultos jovens sadios e as equiparou para os adolescentes; baseando-se em estudos de balanço que indicaram uma necessidade de 12 mg deste nutriente por dia, considerando as perdas endógenas, calculadas em 2,2 mg/dia, nas quais se incluem as perdas cutâneas (0,8 mg/dia), devendo-se somar a este resultado 0,6 mg de zinco por ejaculação. Para cobrir as necessidades de todos os adolescentes sadios, considerou-se uma eficácia de absorção em 20% e utilizou-se o mesmo fator ao considerar dietas ricas em fibras, a quais a recomendação de zinco para adolescentes do sexo masculino, entre 11 a 18 anos, é de 15 mg/dia e, para meninas da mesma idade, recomendou-se a ingestão de 12 mg/dia (10).

Quando estas necessidades de zinco não são supridas, cria-se um estado de deficiência com grande número de manifestações clínicas (4, 7), que vão desde sintomas leves a disfunções graves (4), geralmente acompanhadas de algum grau de má nutrição calórico-protéica (14), que pode ser acentuada em períodos de rápido crescimento, como na adolescência (14, 15).

A deficiência de zinco pode ser grave, com sua ausência completa (14), verificada, em primeiro lugar, em pacientes com alimentação parenteral prolongada, sem suplementação deste oligoelemento (6). Observou-se igual deficiência em pacientes com síndrome de má absorção, com doenças hepáticas e renais crônicas (4, 6), por abuso de álcool e em desordens genéticas, como acrodermatite enteroepática (6) e doença de Crohn (4).

Na deficiência moderada, existe uma diminuição do zinco plasmático, atraso do crescimento e depressão da resposta imunológica (14). Certas doenças e/ou o uso de alguns medicamentos podem agravar as deficiências de zinco (6).

A deficiência superficial manifesta-se somente quando há outros fatores, como por exemplo, o rápido crescimento na adolescência (14, 15) e infância; e nos períodos de gravidez e lactação e/ou nos indivíduos vegetarianos (6). Não existe um parâmetro único que permita estabelecer um estado de pequeno déficit de zinco (12).

Um atraso do crescimento é uma conseqüência importante desta deficiência, sem que se saiba ao certo o nível deste déficit (6). Um dos primeiros trabalhos que relacionaram o estado nutricional de zinco com o crescimento foi realizado no Irã, em adolescentes desnutridos e com baixos níveis plasmáticos deste oligoelemento. Outro onde o baixo crescimento estava associado a menores níveis de zinco nos cabelos (12).

Em adolescentes do sudoeste asiático, relacionou-se a deficiência de zinco com um notável retardo da maturação sexual, que foi revertida com suplementos deste oligoelemento (14). Adolescentes homens, com menor envergadura, após a administração de zinco, incrementaram sua velocidade de crescimento (12). A deficiência de zinco teve um maior impacto no crescimento nestes que em mulheres, o que, possivelmente, deva-se ao fato de os homens terem uma maior porcentagem de seu peso corporal composto por músculos, com uma reposição do conteúdo de zinco mais alto que nas gorduras, ao que se deve acrescentar que a velocidade de crescimento é mais alta que em mulheres (6).

Em adolescentes, o zinco aumenta o peso e a estatura, o que o torna imprescindível (7). Isto foi demonstrado em um estudo sobre 39 casos, onde todos os jovens tiveram estatura < a –2 DS segundo curvas de NCHS. Para um grupo, administrou-se zinco e a outro, um placebo, observando-se uma melhora na velocidade de crescimento somente no primeiro grupo (8,3 ± 1,5 cm/ano), enquanto que o segundo manteve-se abaixo da média para seu desenvolvimento puberal (16). A deficiência deste micronutriente ocasiona uma redução dos receptores do hormônio de crescimento, produzindo uma diminuição do fator de crescimento similar à insulina (IGF-1 – estimulado pelo dito hormônio), com o qual diminui a liberação do neuropéptico, provocando a perda de apetite (4).

Nas deficiências leves de zinco, o atraso do crescimento ocorre depois de uma diminuição da concentração tisular e/ou total de zinco no organismo, afetando o ganho de peso em lactantes e, principalmente, de estatura em crianças e adolescentes (6).

A deficiência deste nutriente altera os sistemas enzimáticos zinco-dependentes que requerem uma contínua reativação celular. No adolescente, o tecido mais afetado foi a pele, e o sistema imunológico; altera-se a função cerebral, a ação dos neurotransmissores e os processos homeostáticos. Não se conhece, com certeza, o tempo de deficiência do oligoelemento para o surgimento destas anomalias (14).

A avaliação do estado nutricional, com respeito a algum nutriente, depende de uma série de interações biológicas, psicológicas e sociais. Por isso, para selecionar um indicador, deve-se ter em conta o objetivo da avaliação, os resultados esperados e as características do indicador que, portanto, deve representar o fenômeno possível de ser expresso numericamente, ser conhecida sua limitação e padronizarem-se os dados (17). No caso do zinco, a seleção de uma metodologia adequada torna-se complexa em virtude de duas numerosas funções em diferentes sistemas biológicos.

A ingestão de zinco na alimentação reflete os níveis do mesmo nos ossos, testículos, cabelos, sangue (18), fígado e plasma (4), não acontecendo o mesmo nos músculos, encéfalo, pulmão e coração (18), apesar de alguns autores manifestarem que a concentração de zinco se mantém constante no cabelo durante os períodos de deficiência (4).

São propostas numerosas provas para valorizar o estado nutricional do zinco:

 1. Concentração de zinco no:

– Plasma (4, 11, 12, 14): Estes valores diminuem somente quando o estado de deficiência encontra-se bastante avançado (4, 12) ou quando responde às mudanças metabólicas que ocorrem durante períodos de estresse, infeções, jejum, gravidez, estados hormonais e por hemólise (4); varia de acordo com o sexo e com a raça (11). Este indicador, por si só, não oferece informação sobre o estado de nutrição do zinco, só reflete o tamanho do pool de zinco intercambiável (11).

– Cabelo: Poderia refletir uma deficiência crônica. É um indicador adequado para determinar o estado dos depósitos, mas não a ingestão atual (11). Observou-se grande variação na concentração deste oligoelemento de acordo com o clima, com a idade (entre os 10 e 20 anos aumenta a concentração), sexo, cor dos cabelos (11), uso de xampu (11, 15), aplicação de tratamentos como tintura, descoloração, permanentes e a distância do couro cabeludo ao local do corte do cabelo, para amostra (15). Alguns autores opinam que este indicador reflete a adequação da ingestão dietética; porém, para uma igual concentração de zinco na dieta, os valores no cabelo variam, desconhecendo-se quais seriam as necessidades fisiológicas que fazem flutuar estes níveis (15). Cousin y Hambidge observaram que a ingestão diária modifica os níveis deste oligoelemento no cabelo (18); contudo, García manifesta que os valores diminuem somente quando a ingestão encontra-se abaixo de 60% do recomendado (12). Dorea et al. não encontraram associação significativa entre os níveis de zinco no cabelo e o valor antropométrico do estado nutricional (19); contudo, Yeudall et al. observaram relação significativa entre a concentração de zinco no cabelo com a prega cutânea tricipital e a área de gordura do braço (20). Mckenzie observou que nos adolescentes homens, a concentração de zinco (180±25mg/g) é mais baixa que em mulheres (195±23mg/g), porém, com variações que chegaram ao dobro da média (434mg/g), possivelmente causado pelo uso de xampu anticaspa (15).

– Soro: Os valores podem ser afetados por hemólise invisível ou pela liberação de plaquetas durante o processo de coagulação (11). Rükgaver et al. determinaram a concentração de zinco em 68 crianças e adolescentes, observando um valor médio de 16,6mmol/l, com uma variação de 9,3 a 23,1 mmol/l (7). Não foram encontradas correlações entre a concentração do zinco no soro e sexo das crianças, mas verificou-se que os níveis séricos de zinco se elevam com o aumento da idade dos adolescentes. Por exemplo, em meninas de 10 a 14 anos, as concentrações foram de 13,3mmol/l; em mulheres de 14 a 18 anos os valores foram de 13,5mmol/l e em maiores de 18 anos, de 16,6mmol/l (7). Alarcón et al. mediram a concentração de zinco, em soro, em preadolescentes e adolescentes não doentes, observando valores para meninos e meninas, respectivamente, de 78 e 75 mg/dL (10 anos), 84 e 79 mg/dL (12 anos), 89 e 89 mg/dL (14 anos), determinando que existe um incremento significativo do oligoelemento com a idade, não existindo diferença significativa entre os sexos, recomendando relacionar o nível sérico de zinco com o peso, estatura, índice de massa corpórea (IMC) e pregas cutâneas (5). Ainda que outros estudos realizados em jovens de 12 a 15 anos tenham apresentado valores mais baixos em meninas que em meninos (21), em um estudo sobre adolescentes e adultos sadios (18 a 25 anos), verificou-se que os valores de zinco, em soro em rapazes (84±15 mg/100 ml) foram mais baixos que aqueles das mulheres (121±30 mg/100 ml), mas este último grupo apresentou uma variação nos dados duas vezes maior, o que poderia ser atribuído à influência das variações circadianas (15).

– Saliva: Os resultados neste aspecto são confusos (11).

– Urina: Não constitui um indicador adequado, não se relaciona com valores em soro e varia em função da massa muscular. Recomenda-se determinar em urina de 24 horas e relacionada com a creatinina. Aumenta a excreção em patologias como cirrose, infeção, hipertensão, queimaduras ou pelo uso de diuréticos (11). Observou-se que a excreção diária de zinco varia, contudo, quando os indivíduos recebem uma dose constante do oligoelemento na alimentação. A excreção urinária de zinco, em mulheres (334 ± 168 mg/24 horas), foi mais baixa em rapazes (578 ±259 mg/24 horas), o que poderia ser devido a uma maior ingestão neste último grupo (15).

– Eritrócitos: É um bom indicador do estado nutricional, reflete as mudanças dos depósitos corporais, aumenta com a idade e jejum (11).

– Unhas dos pés: Proporciona informação semelhante à obtida com o cabelo, e é menos suscetível às influências externas (15).

As concentrações de zinco nos diferentes tecidos parecem ser independentes entre si, já que não se encontrou correlação do oligoelemento no entre cabelo, glóbulos vermelhos e plasma nem entre soro, urina, cabelo e unhas dos pés nem entre plasma nem cabelo (15). A concentração de zinco em leucócitos, eritrócitos, cabelo e unhas são variáveis propostas como alternativas, porém, não constituem um bom índice para avaliar o estado nutricional do mesmo (8).

2. Provas bioquímicas e médicas

– Atividade de metalenzimas zinco-dependentes: em plasma, metalotioneína de eritrócitos, fosfatase alcalina de neutrófilos – estas duas últimas poderiam ser utilizadas para controlar o estado nutricional do zinco durante os programas de aportes suplementares, já que permitem diferenciar as formas de ingestão adequadas das baixas (11, 18).

– Estudos metabólicos: Com Zn65 em modelos de dois compartimentos. Utiliza-se para comparar a validade de outros indicadores, não se usa como análise de rotina devido ao fato de que as experiências levam vários meses para serem realizadas (11).

– In vitro: Captação de Zn65, pelos eritrócitos, aumenta em caso de deficiência (11).

Como se pode observar, não existe um parâmetro único suficientemente sensível e específico que permita estabelecer um estado de pequeno déficit de zinco, mas é necessária a avaliação nos adolescentes, já que a detecção precoce é de fundamental importância para a realização de atividades que possam assegurar um ótimo nível de nutrição em todos os jovens que lhes permita desenvolver ao máximo seu potencial biológico, determinando as prioridades de prevenção e tratamento necessários para se obter um adequado crescimento e desenvolvimento.

 

 


Abstract
Adolescence is a period in which growth, as well as the physical, phychological and social development take place in quick and intense way. In this biopsisocial process, nutrition influences on the changes that take place due to the increase of requirements, and on the individuals strategies to need them.
Zinc is an essential element since it is a component, of enzymes that participate in most of the main metabolic ways. Light deficiencies of this element can influence on the patterns of the adolescents' growth because it carries out numerous structural, biochemical functions and of regulater different biological systems.
There is no indicator reliable or specific; enough to asses the nutritional value of this trace element, the basal status of zinc is unknown in the individuals therefore it is not possible to asses the status of the trace element in a simple, quick way and with an appropriate interpretation, when symptoms of deficiencies appear.
Key words:
Adolesc latinoam 2001; 2 (2): nutrition, physical development.


 

 

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* Lic. María I. Passamai de Zeitune, Lic. Adriana Noemí Ramón y Lic. Mónica Elena y Couceiro de Cadena de l Facultad de Ciencias de la Salud de la Universidade Nacional de Salta Argentina. Dirección: Buenos Aires 177 – 4.400 – Salta – Argentina

 

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