Medicina Esportiva/Atividade Física - Atividade física em pacientes com excesso de peso no ambulatório de obesidade infantil da Fundação Santa Casa de Misericórdia do Pará
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Medicina Esportiva/Atividade Física

Atividade física em pacientes com excesso de peso no ambulatório de obesidade infantil da Fundação Santa Casa de Misericórdia do Pará

26/08/2008
Revista Paraense de Medicina
ISSN 0101-5907 versão impressa

 


Rev. Para. Med. v.20 n.4 Belém dez. 2006

 

JORNADA CIENTÍFICA DA FUNDAÇÃO SANTA CASA DE MISERICÓRDIA DO PARÁ – DEZEMBRO/2006

 

Atividade física em pacientes com excesso de peso no ambulatório de obesidade infantil da Fundação Santa Casa de Misericórdia do Pará

 

 

Olga Maria Domingues das Neves; Rafael Miranda Lima; Gilvana Nazaré Ribeiro Costa

 

 

INTRODUÇÃO: o comportamento sedentário apresentado por crianças representa um problema de saúde pública, em função da associação com a obesidade infantil e piores níveis de saúde na idade adulta.

OBJETIVO: caracterizar a atividade física de pacientes com excesso de peso.

MÉTODO: realizado um estudo transversal através da revisão de prontuários de 82 pacientes entre 7 e 15 anos, ingressos no Ambulatório de Obesidade Infantil (AOI) da Fundação Santa Casa de Misericórdia do Pará (FSCMPA), período de janeiro/2004 a dezembro/2005, aplicando-se o protocolo de pesquisa. Os dados obtidos foram submetidos à análise percentual.

RESULTADOS: dos 82 pacientes, 72% tinham diagnóstico de obesidade e 28% de sobrepeso; 53,7% eram meninas e 46,3% eram meninos. Do total de pacientes, 68,3% não realizavam exercícios físicos; quanto à atividade de lazer, 67,1% não faziam atividades que requeressem maior gasto energético (TV, videogame, computador, desenhar...); em relação ao local em que mais brincavam, 80,5% dos pacientes brincavam em locais que não solicitam grandes esforços (casa, casa do vizinho...), 56,1% dos pacientes ao ir à escola, gastavam energia (à pé, pedalando ou remando). Não houve diferença significante de grau de inatividade física entre os estados nutricionais analisados.

CONCLUSÕES: a inatividade física foi fortemente associada ao excesso de peso, devendo-se encorajar os pacientes e seus pais à prática de exercícios físicos e a uma vida não sedentária, além da formação de equipes multidisciplinares (médicos, nutricionistas, psicólogos, educadores físicos...) para otimização do tratamento.

DESCRITORES: obesidade infantil; nutrição.

 

Universidade Federal do Pará
Fundação Santa Casa de Misericórdia do Pará – Belém-PA.

 

Trabalho apresentado na Jornada de Trabalhos Científicos da FSCMP, 15.12.2006

 

 

Fundação Santa Casa de Misericórdia do Pará

 

http://scielo.iec.pa.gov.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101-59072006000400014&lng=pt&nrm=iso

 

 



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