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alergia

Urticária

11/09/2008

Anais Brasileiros de Dermatologia

 

An. Bras. Dermatol. vol.80 no.6 Rio de Janeiro Nov./Dec. 2005

doi: 10.1590/S0365-05962005000700008 

ARTIGO DE REVISÃO

 

Urticária*

 

 

Paulo Ricardo CriadoI; Roberta Fachini Jardim CriadoII; Celina W. MarutaIII; Jose Eduardo Costa MartinsIV; Evandro A. RivittiV

IMestre em Medicina. Médico dermatologista da Divisão de Dermatologia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo - USP - e Hospital do Servidor Público Estadual de São Paulo - HSPE - São Paulo (SP), Brasil
IIAlergologista. Mestre em Medicina. Professora colaboradora da Disciplina de Dermatologia da Faculdade de Medicina do ABC - Santo André (SP), Brasil
IIIDermatologista. Doutora em Medicina. Professora do Departamento de Dermatologia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP) - São Paulo (SP), Brasil
IVProfessor Associado do Departamento de Dermatologia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo - USP - São Paulo (SP), Brasil
VProfessor Titular do Departamento de Dermatologia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo - USP - São Paulo (SP), Brasil

Endereço para correspondência

 

 


RESUMO

A urticária apresenta-se com diversas formas clínicas e causas distintas. Constitui uma das dermatoses mais freqüentes: 15% a 20% da população têm pelo menos um episódio agudo da doença em sua vida, resultando em percentual que varia de um a 2% dos atendimentos nas especialidades de Dermatologia e Alergologia. A urticária é classificada do ponto de vista de duração da evolução temporal em aguda (inferior a seis semanas) ou crônica (superior a seis semanas). O tratamento da urticária pode compreender medidas não farmacológicas e intervenções medicamentosas, as quais são agrupadas em tratamentos de primeira (anti-histamínicos), segunda (corticosteróides e antileucotrienos) e terceira linha (medicamentos imunomoduladores). As medidas terapêuticas de segunda e terceira linha apresentam maiores efeitos adversos, devendo ser reservadas aos doentes que não apresentaram controle da doença com os de primeira linha, ou àqueles a respeito dos quais não é possível estabelecer uma etiologia, tal como nas urticárias auto-imunes.

Palavras-chave: Antagonistas de Histamina; Antagonistas dos receptores H1 de histamina; Antagonistas dos receptores H2 de histamina; Corticosteróides; Ciclosporina; Histamina; Mastócitos; Prostaglandinas; Urticária

 

http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0365-05962005000700008&lng=en&nrm=iso

 

 


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