As nossas células utilizam Oxigênio para produzirem a energia de que necessitam.
Nesse processo formam-se os Radicais Livres de Oxigênio que são átomos alterados de Oxigênio muito reativos e instáveis. Em frações de segundo ligam-se a lipídios, metais, vitaminas ou aminoácidos alterando-os.
Estas alterações silenciosas e lentas criam lesões nas estruturas celulares – membrana celular, organelas do citoplasma e núcleo – que estão na base do envelhecimento, das doenças degenerativas e do cancro.
Quando o organismo se encontra em equilíbrio saudável, 5% do Oxigênio utilizado na respiração celular é transformado em Radicais Livres de Oxigênio que ajudam a combater bactérias e vírus, facilitam a morte normal das células envelhecidas e das células anormais ou precursoras de cancro.
As nossas células saudáveis têm mecanismos específicos para se defender do ataque destes Radicais Livres de Oxigênio através de enzimas, vitaminas e minerais que constituem o Potencial Biológico Antioxidante.
A produção excessiva de Radicais Livres de Oxigênio – Stress Oxidativo – é agravado por tabaco, atividade física intensa, alimentação inadequada, falta de vitaminas e minerais, intoxicação por metais pesados e doenças associadas a processos inflamatórios.
O Stress Oxidativo é considerado o principal fator do o processo de envelhecimento e cria as condições favoráveis ao desenvolvimento de doenças degenerativas e cancro.
No entanto é necessário manter a presença de uma pequena quantidade de radicais livres de oxigênio para a defesa face a bactérias e vírus e para eliminação de células envelhecidas ou malignas.
A terapêutica antioxidante deve, pois ser feita de uma forma controlada.
A quantificação da produção de Radicais Livres de Oxigênio e do Potencial Biológico Antioxidante, permite diagnosticar a existência de stress oxidativo e decidir a correta terapêutica antioxidante bem como avaliar a sua eficácia.
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