Minerais - Avança os conhecimentos sobre nanoestruturas de sulfetos de molibdênio e tungstênio.
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Minerais

Avança os conhecimentos sobre nanoestruturas de sulfetos de molibdênio e tungstênio.

04/11/2008
NOVIDADES

Os sulfetos de molibdênio e tungstênio são materiais de grande interesse tecnológico, tendo aplicações em várias áreas: petroquímica (lubrificantes sólidos), eletrônica, catálise, entre outros. Considerando estas características, somadas à possibilidade de tais sistemas poderem ser transformados de sua forma bulk em nanoestruturas (nanotubos, nanobastões, nanofios, etc.) foi desenvolvida no LQES (Laboratório de Química do Estado Sólido), da Unicamp, pesquisa voltada para o desenvolvimento de novas estratégias para a obtenção destes materiais com diferentes morfologias.

Os resultados obtidos mostraram ser possível a obtenção de sulfetos de molibdênio e tungstênio nanoestruturados, a partir dos seus respectivos óxidos, através de uma reação controlada de sulfidização, ou seja, os óxidos fariam papel de "template morfológico". Outro aspecto interessante destes desenvolvimentos está no fato de, em vários experimentos, não ter sido necessária a utilização de hidrogênio como agente redutor: os sulfetos puderam ser obtidos numa única etapa, a partir de óxidos precursores não-estequiométricos.





Nanotubos de sulfeto de molibdênio obtidos utilizando óxidos como precursores.

Créditos: LQES/LLV.


Para a realização destes experimentos foi necessária a construção de uma facilidade de alta performance para sulfidização com H2S (com ou sem a presença de H2), composta de válvulas especiais, controles de vazão para gases corrosivos, gases de alta pureza e sistema de remediação/exaustão dos gases excedentes.

Os resultados destacados nesta nota fazem parte da tese de mestrado de Luciana Lima Vieira: "Síntese de Materiais Nanoestruturados de MS2 (M = Mo, W) com Alta Pureza de Fase e Morfologia", que teve a supervisão do Prof. Oswaldo Luiz Alves e financiamento da FAPESP e do Instituto do Milênio de Materiais Complexos (IMMC/MCT), recentemente defendida no Instituto de Química da Unicamp.

LQES NEWS ANO VII, número 159, 01 de novembro, 2008.

Fonte:

 

http://www.lqes.iqm.unicamp.br/canal_cientifico/lqes_news/lqes_news_cit/lqes_news_2008/lqes_news_novidades_1228.html

 

 


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