Medicina Esportiva/Atividade Física - Força muscular de atletas de voleibol de 9 a 18 anos através da dinamometria computadorizada
Esta página já teve 115.931.136 acessos - desde 16 maio de 2003. Média de 27.695 acessos diários
home | entre em contato
 

Medicina Esportiva/Atividade Física

Força muscular de atletas de voleibol de 9 a 18 anos através da dinamometria computadorizada

04/11/2008

Revista Brasileira de Medicina do Esporte

 

Rev Bras Med Esporte vol.10 no.2 Niterói Mar./Apr. 2004

doi: 10.1590/S1517-86922004000200003 

ARTIGO ORIGINAL

 

Força muscular de atletas de voleibol de 9 a 18 anos através da dinamometria computadorizada*

 

Fuerza muscular de atletas de voleibol de 9 a 18 años a través de la dinamometria computarizada

 

 

Patrícia SchneiderI; Gisele BenettiII; Flávia MeyerIII

IGraduada em Educação Física pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Mestranda em Ciências do Movimento Humano na Universidade Federal do Rio Grande do Sul
IIGraduada em Educação Física pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul
IIIMédica Pediatra. Professora da Escola de Educação Física da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Doutorado pela McMaster University, Canadá

Endereço para correspondência

 

 


RESUMO

O objetivo deste estudo foi descrever e comparar as forças musculares isométrica e isocinética em diferentes graus maturacionais de meninos e meninas atletas de voleibol. Participou do estudo um total de 66 crianças e adolescentes saudáveis, em treinamento esportivo competitivo. Dos 37 meninos, 10 eram pré-púberes (PP), 15 púberes (PU) e 12 pós-púberes (PO). Das 29 meninas, 11 eram PP, 13 PU e 5 PO. Foi utilizado um dinamômetro computadorizado (Cybex Norm) para medir a força isocinética de flexão do cotovelo (FC) e de extensão de joelho (EJ) nas velocidades de 60 e 90º.s-1. A força isométrica foi medida nos mesmos exercícios nos ângulos de 60 e 90º (FC), e 45 e 60º (EJ). Utilizou-se a ANOVA para comparações entre os gêneros e graus maturacionais, e o teste post hoc de Tuckey. O nível de significância considerado foi de p < 0,05. Entre os graus maturacionais, os grupos mais velhos foram sempre mais fortes do que os mais jovens, tanto para o gênero masculino quanto para o feminino. Entre os gêneros, os meninos foram mais fortes do que as meninas apenas no grupo PO, nos dois ângulos dos testes isométricos de FC e no teste isocinético em 90º.s-1. Nos testes isométricos de EJ, os valores não foram significativamente diferentes para meninos e meninas, independentemente do grau maturacional. Nos testes isocinéticos, os meninos foram mais fortes do que as meninas nos grupos PP e PO, em 60 e 90º.s-1. Esses resultados sugerem que o grau maturacional é maior determinante da força muscular de jovens atletas de voleibol do que o gênero.

Palavras-chave: Criança. Adolescente. Esporte. Avaliação antropométrica.


RESUMEN

El objetivo de este estudio fué describir y comparar las fuerzas musculares isométrica e isocinética en diferentes grados maduracionales de niños y niñas atletas de voleibol. Participó del estudio un total de 66 niños y adolescentes, en tratamiento deportivo competitivo. De los 37 niños, 10 eran pre-púberes (PP), 15 púberes (PU) y 12 post-púberes (PO). De las 29 niñas, 11 eran PP, 13 PU e 5 PO. Fué utilizado un dinamómetro computarizado (Cybex Norm) para medir la fuerza isocinética de flexión de codo (FC) y extensión de rodilla (EJ) en las velocidades de 60 y 90º.s-1. La fuerza isométrica fue medida en los mismos ejercicios en los ángulos de 60 y 90º (FC), y 45 y 60º (EJ). Se utilizó la ANOVA para comparaciones entre los géneros y grados maduracionales y el test post hoc de Tuckey. El nivel de significancia considerado fue de p < 0,05. Entre los grados maduracionales los grupos mas viejos fueron siempre mas fuertes que los de los mas jovenes tanto para el género masculino como para el femenino. Entre los sexos, los niños fueron mas fuertes que las niñas apenas en el grupo PO en los dos ángulos de los tests isométricos de FC y en el test isocinético en 90ºs-1. En los tests isométricos de EJ los valores no fueron significativamente diferentes para niños y niñas independientemente do grado de maturación. En los test isocinéticos, los niños fueron más fuertes que las niñas en los grupos PP e PO, en 60 e 90º.s-1. Esos resultados sugieren que el grado maturacional es un mayor determinante de la fuerza muscular en jóvenes atletas de voleibol que el sexo.

Palabras-clave: Niños. Adolescente. Deporte. Evaluación antropométrica.

 

http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S1517-86922004000200003&script=sci_arttext

 

 


IMPORTANTE

  •  Procure o seu médico para diagnosticar doenças, indicar tratamentos e receitar remédios. 
  • As informações disponíveis no site da Dra. Shirley de Campos possuem apenas caráter educativo.
Publicado por: Dra. Shirley de Campos
versão para impressão

Desenvolvido por: Idelco Ltda.
© Copyright 2003 Dra. Shirley de Campos
 
Hacked by
#TeaMGh0sT

~ DB GOT DROPPED ~