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alergia

A dermatite atópica na criança: uma visão psicossomática

07/11/2008

Revista de Psiquiatria do Rio Grande do Sul

 

Rev. psiquiatr. Rio Gd. Sul v.28 n.1 Porto Alegre jan./abr. 2006

doi: 10.1590/S0101-81082006000100010 

RELATO DE CASO

 

A dermatite atópica na criança: uma visão psicossomática

 

Dermatitis atópica en el niño: una visión psicosomática

 

 

Paulo T. L. Fontes NetoI; Magda B. WeberII; Suzana D. FortesIII; Tânia F. CestariIV

IMédico Especialista em Psiquiatria, Fundação Faculdade Federal de Ciências Médicas de Porto Alegre (FFFCMPA), Porto Alegre, RS. Mestrando, Programa de Pós-Graduação em Ciências Médicas: Pediatria, Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Porto Alegre, RS
IIMédica Dermatologista. Professora adjunta. Mestre em Dermatologia, Universidade Luterana do Brasil (ULBRA), Canoas, RS
IIIPsiquiatra pela UFRGS, Porto Alegre, RS. Psicanalista pela Sociedade Psicanalítica de Porto Alegre (SPPA), Porto Alegre, RS. Doutora em Saúde Pública pela Universidade de Illinois, Chicago, EUA. Fellow em Psiquiatria Infantil e Adolescentes, Medical College of Wisconsin, EUA
IVMédica Dermatologista. Professora adjunta. Doutora em Dermatologia, UFRGS, Porto Alegre, RS

Correspondência

 

 


RESUMO

A pele é a nossa fronteira com o mundo, fazendo trocas e contato com o meio ambiente. Sendo assim, não seria ela capaz de sinalizar, através de suas alterações, o nosso anseio pelo outro, a necessidade de "trocas afetivas"? Os autores apresentam a observação da evolução clínica e emocional de uma criança de 2 anos de idade, portadora de dermatite atópica, participante do Grupo de Apoio à Dermatite Atópica, com sua formação pioneira interdisciplinar, durante 9 meses de acompanhamento da criança no grupo. Como resultados, foram evidenciadas mudanças no comportamento da criança frente ao livre brincar, uma interação social mais concreta, com diminuição da irritabilidade e agressividade e, principalmente, maior e melhor vinculação entre a dupla mãe-criança, assim como marcada melhora do quadro dermatológico. Conclui-se que a abrangência, proporcionada pelo atendimento interdisciplinar, possibilita uma intervenção precoce na relação mãe-criança, podendo ser considerada como uma estratégia de prevenção em saúde mental materno-infantil, evitando possíveis patologias futuras.

Descritores: Dermatite atópica, psicodermatologia, grupoterapia.


RESUMEN

La piel es nuestra frontera con el mundo, realizando cambios y contacto con el entorno. Así, ¿no sería ella capaz de señalar, a través de sus alteraciones, nuestro anhelo por el otro, la necesidad de "cambios afectivos"? Los autores presentan la observación de la evolución clínica y emocional de un niño de 2 años de edad, portadora de dermatitis atópica, participante del Grupo de Apoyo a la Dermatitis Atópica, con su formación innovadora interdisciplinaria, durante 9 meses de acompañamiento del niño en el grupo. Como resultados, se evidenciaron cambios en el comportamiento del niño frente al libre jugar, una interacción social más concreta, con la disminución de la irritabilidad y agresividad y, principalmente, mayor y mejor vinculación entre la dupla madre-niño, así como una acentuada mejora en el cuadro dermatológico. Se concluye que la abarcadura, proporcionada por la atención interdisciplinaria, posibilita una intervención precoz en la relación madre-niño, pudiendo considerarse como una estrategia de prevención en salud mental materno-infantil, evitando posibles patologías futuras.

Palabras clave: Dermatitis atópica, psicodermagología, grupoterapia.

 

http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101-81082006000100010&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt

 

 

 


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