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Alergia alimentar: atualização prática do ponto de vista gastroenterológico

16/03/2009

Jornal de Pediatria

 

J. Pediatr. (Rio J.) vol.83 no.1 Porto Alegre Jan./Feb. 2007

doi: 10.1590/S0021-75572007000100004 

ARTIGO DE REVISÃO

 

Alergia alimentar: atualização prática do ponto de vista gastroenterológico

 

Cristina Targa FerreiraI; Ernest SeidmanII

IGastroenterologista e endoscopista pediátrica. Mestre, Fundação Faculdade Federal de Ciências Médicas de Porto Alegre (FFFCMPA), Porto Alegre, RS. Doutora, Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Porto Alegre, RS
IICanada Research Chair, Immune-Mediated Gastrointestinal Disorders, Division of Gastroenterology, Montreal Children's Hospital, Montreal, Quebec, Canada. Professor, McGill University Health Center, Montreal, Quebec, Canada

Correspondência

 

 


RESUMO

OBJETIVOS: Apresentar uma revisão atualizada e crítica sobre alergias alimentares, focando principalmente em tratamento e prevenção.
FONTES DOS DADOS: Revisão da literatura publicada obtida através do banco de dados MEDLINE, sendo selecionados os mais atuais e representativos do tema (2000-2006). A pesquisa incluiu os sites da European Society of Pediatric Gastroenterology, Hepatology and Nutrition (ESPGHAN) e American Academy of Pediatrics (AAP).
SÍNTESE DOS DADOS: A prevalência de doenças alérgicas tem aumentado nas últimas décadas e alergia alimentar parece fazer parte desse aumento. Alergia alimentar é muito mais comum em pediatria e apresenta impacto médico, financeiro e social significativos em crianças menores e suas famílias. Tratamento e prevenção da alergia alimentar são desafios maiores do ponto de vista da saúde pública e para as comunidades médica e científica. Há muita informação incorreta e condutas médicas discutíveis nessa área. Apresentamos e discutimos as recomendações publicadas pelos Comitês de Nutrição da ESPGHAN juntamente com a Sociedade Européia Pediátrica de Alergologia e Imunologia Clínica (ESPACI) e AAP.
CONCLUSÃO: Excesso de diagnósticos de alergia alimentar é bastante prevalente. Há necessidade de uniformização de definições e procedimentos diagnósticos. O objetivo primário do manejo deve ser o de instituir medidas efetivas de prevenção das alergias alimentares. Há necessidade de métodos precisos para confirmar ou excluir o diagnóstico. Os pacientes necessitam tratamento apropriado através da eliminação de alimentos que causam sintomas, ao mesmo tempo evitando os efeitos adversos nutricionais e o custo de dietas inadequadas.

Palavras-chave: Alergia alimentar, alergia mediada por IgE, alergia não-mediada por IgE, alergia mediada por células, prevenção, tratamento.

 

http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0021-75572007000100004&script=sci_arttext

 

 


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