Cirurgia/Anestesia - Anestesia e o usuário de Ecstasy
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Cirurgia/Anestesia

Anestesia e o usuário de Ecstasy

19/03/2009

Revista Brasileira de Anestesiologia

 

Rev. Bras. Anestesiol. v.56 n.2 Campinas mar./abr. 2006

doi: 10.1590/S0034-70942006000200010 

ARTIGO DE REVISÃO

 

Anestesia e o usuário de Ecstasy*

 

Anestesia y el usuario de Ecstasy

 

 

Eduardo Toshiyuki Moro, TSAI; Alexandre A. Fontana Ferraz, TSAII; Norma Sueli Pinheiro Módolo, TSAIII

ICo-Responsável do CET/SBA do Conjunto Hospitalar de Sorocaba, PUC/SP. Pós-Graduando em Anestesiologia da FMB - UNESP, Nível de Mestrado
IIInstrutor do CET/SBA do Conjunto Hospitalar de Sorocaba, PUC/SP
IIIProfessora Adjunta Livre-Docente do Departamento de Anestesiologia da FMB - UNESP

Endereço para correspondência

 

 


RESUMO

JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Nos últimos anos o número de novos usuários de agentes ilícitos tem aumentado de forma significativa em todo o mundo. A maconha e a cocaína, além do álcool e do tabaco, têm sido os agentes citados com freqüência, porém houve um aumento significativo de usuários de outros agentes psicoestimulantes ou alucinógenos, como o Ecstasy, o GHB, o LSD e a metanfetamina, empregados com o objetivo de intensificar as experiências sociais. O objetivo do presente artigo foi discutir a apresentação clínica, os efeitos deletérios e as potenciais interações com o ato anestésico no paciente cirúrgico usuário desses agentes ilícitos.
CONTEÚDO: O artigo discute os mecanismos de ação, a apresentação clínica, os efeitos deletérios e as possíveis repercussões observadas durante a anestesia no usuário de MDMA (3,4-metilenodioximetanfetamina), também conhecido como Ecstasy.
CONCLUSÕES: A apresentação clínica e os efeitos deletérios provocados pelo 3,4-metilenodioximetanfetamina (Ecstasy), assim como potenciais interações com o ato anestésico devem ser do conhecimento do anestesiologista, pois em muitas situações esses usuários serão submetidos a intervenções cirúrgicas de emergência, ou mesmo eletivas.

Unitermos: COMPLICAÇÕES: drogas ilícitas; FARMACOLOGIA: metilenodioximetanfetamina.


RESUMEN

JUSTIFICATIVA Y OBJETIVOS: En los últimos años el número de nuevos usuarios de drogas ilícitas ha aumentado de forma significativa en todo el mundo. La marihuana y la cocaína, además del alcohol y del tabaco, han sido las drogas citadas frecuentemente, sin embargo, hubo un aumento significativo de usuarios de otros agentes psicoestimulantes o alucinógenos, como el Ecstasy, el GHB, el LSD y la metanfetamina, empleados con el objetivo de intensificar las experiencias sociales. El objetivo del presente artículo fue el de traer a colación la presentación clínica, los efectos destructivos y las potenciales interacciones con el acto anestésico en el paciente quirúrgico usuario de esas drogas ilícitas.
CONTENIDO: El artículo discute los mecanismos de acción, la presentación clínica, los efectos destructivos y las posibles repercusiones observadas durante la anestesia en el usuario de MDMA (3,4-metilenodioximetamfetamina), conocido también como Ecstasy .
CONCLUSIONES: La presentación clínica y los efectos destructivos provocados por el 3,4-metilenodioximetamfetamina (Ecstasy), como también potenciales interacciones con el acto anestésico, deben ser del conocimiento del anestesiólogo, pues en muchas situaciones esos usuarios serán sometidos a cirugías de emergencia, o incluso electivas.

 

http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-70942006000200010&lng=pt&nrm=iso

 

 


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