Cardiologia/Coração/CirurgCardíaca - Homocisteína e polimorfismos dos genes MTHFR e VEGF: impacto na doença arterial coronariana
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Cardiologia/Coração/CirurgCardíaca

Homocisteína e polimorfismos dos genes MTHFR e VEGF: impacto na doença arterial coronariana

04/07/2009

Arquivos Brasileiros de Cardiologia

 

Resumo

GUERZONI, Alexandre Rodrigues et al. Homocisteína e polimorfismos dos genes MTHFR e VEGF: impacto na doença arterial coronariana. Arq. Bras. Cardiol. [online]. 2009, vol.92, n.4, pp. 263-268. ISSN 0066-782X.  doi: 10.1590/S0066-782X2009000400003.

FUNDAMENTO: Polimorfismos em genes relacionados ao desenvolvimento da aterosclerose, angiogênese e metabolismo da homocisteína (Hcy) podem ser fatores de risco para a doença arterial coronariana (DAC). OBJETIVO: Avaliar o efeito dos polimorfismos VEGF C-2578A e MTHFR C677T na DAC e a associação desses polimorfismos com a gravidade e a extensão das lesões ateroscleróticas e concentrações de Hcy. MÉTODOS: 244 indivíduos foram avaliados através de angiografia coronariana e incluídos no estudo (145 com DAC e 99 indivíduos-controle). Os polimorfismos VEGF C-2578A e MTHFR C677T foram investigados através das técnicas de PCR-SSCP e PCR-RFLP, respectivamente. Os níveis de homocisteína plasmática foram mensurados através de cromatografia líquida/espectrometria de massa seqüencial (CL/EMS). RESULTADOS: Não houve diferença significante em relação à distribuição de alelos e genótipos entre os grupos, para ambos os polimorfismos. A análise univariada mostrou uma freqüência maior do genótipo VEGF -2578AA no grupo com doença em três vasos (p=0,044). Além disso, o genótipo VEGF -2578CA foi observado mais freqüentemente entre indivíduos com <95% de estenose (p=0,010). Após ajuste para outros fatores de risco para DAC em um modelo multivariado, observou-se que o polimorfismo VEGF C-2578A não era um correlato independente da DAC (p=0,688). O polimorfismo MTHFR não mostrou qualquer relação com a extensão e/ou gravidade da DAC. O polimorfismo MTHFR C677T não mostrou uma associação direta com hiperhomocisteinemia ou aumento das concentrações médias de Hcy no plasma. CONCLUSÃO: Embora haja uma aparente associação entre o polimorfismo VEGF C-2578A e o desenvolvimento de aterosclerose coronariana, essa associação não é independente dos fatores de risco cardiovasculares convencionais.

Palavras-chave : Doença de artéria coronariana; aterosclerose; polimorfismo genético; homocisteína.

 

 

 

http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_abstract&pid=S0066-782X2009000400003&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt

 

 

 


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