Resumo
DOMINGUES, Renan Barros et al. Prevalência e impacto da cefaléia e da migrânea em uma população de índios Tupiniquins. Arq. Neuro-Psiquiatr. [online]. 2009, vol.67, n.2b, pp. 413-415. ISSN 0004-282X. doi: 10.1590/S0004-282X2009000300008.
Este é o primeiro estudo a avaliar prevalência de cefaléias entre índios tuiniquins do Brasil. A prevalência de cefaléia encontrada nesta população foi alta, sendo que a migrânea foi a mais frequente. Encontrou-se maior prevalência de cefaléias entre as mulheres do que entre os homens. O impacto da cefaléia foi considerável, sendo maior entre os portadores de migrânea do que nas cefaléias não migranosas. Cinquenta por cento dos indivíduos com cefaléia recebiam atendimento médico devido a este problema, através do Programa de Saúde da Família (PSF). O tratamento empregado consistia apenas em analgésicos comuns para alívio das crises. Nenhum indivíduo estava em uso de tratamento profilático.
Palavras-chave : cefaléia; índios Tupiniquins brasileiros; impacto; migrânea; prevalência.