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Estimulam o sistema nervoso central, provocando uma sensação de vivacidade, agilidades da fala e aumento da atividade física e motora. Essa droga é usada muito para o controle do apetite e, não raro seu usuário acaba se tornando dependente da mesma. A anfetamina original foi a Benzedrina, sintetizada na Alemanha em 1887. De 1932 até 1946, os farmacêuticos relacionaram 39 usos para anfetaminas, dentre eles, tratamento de esquizofrenia, bloqueio coronário, paralisia cerebral infantil, doenças da radiação, hipotensão, indisposição durante viagens e soluço persistente. Provocam o aumento da frequência da respiração, depressão do apetite, perda de peso corporal, desnutrição, deficiências vitamínicas, dilatamento da pupila, perturbação da visão, dores de cabeça, boca seca, aumento da temperatura corpórea, desordens gastrointestinais, arritmia cardíaca, hipertensão, reações de ansiedade, psicose anfetamínica, síndrome de exaustão, depressão e alucinações, pensamentos paranóicos, convulsões e estado de coma. Quando injetada, a overdose é fatal. O aumento da dose e seu uso frequente provoca no indivíduo a psicose-anfetamínica. Este estado se constata, geralmente em pessoas desconfiadas, esquisitas, obstinadas e muitas vezes violentas. Assim como as anfetaminas, a cocaína apresenta o mesmo quadro. Nos Estados Unidos, um relatório feito em dezembro de 1998 pelas autoridades da saúde pública sobre o uso de drogas, revela que o número de mortes envolvendo sedativos como ROHYPNOL e GHB aumentaram em 63% entre 1995 e 1998. O GHB é o ácido gama-hidróxido-butílico, usado originalmente como sedativo; em doses maiores ele causa euforia. Seus efeitos colaterais podem ir da sonolência, tontura, e perda temporária da memória a um estado de coma temporário. Vendido normalmente na forma de um fluído, no Brasil tem o nome de Gaba. Costuma ser apresentado pelos falsificadores como Ecstasy.
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