Vascular/Cirurgia Vascular/Circulação - Atualização em tromboembolismo venoso: profilaxia em pacientes clínicos - parte I
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Vascular/Cirurgia Vascular/Circulação

Atualização em tromboembolismo venoso: profilaxia em pacientes clínicos - parte I

05/11/2009

Revista da Associação Médica Brasileira

 

Rev. Assoc. Med. Bras. vol.55 no.3 São Paulo  2009

doi: 10.1590/S0104-42302009000300012 

ACREDITAÇÃO

 

Atualização em tromboembolismo venoso: profilaxia em pacientes clínicos - parte I

 

 

Ana Thereza RochaI; Edison Ferreira de Paiva; Wanderley Marques Bernardo

IProfessora colaboradora do Serviço de Pneumologia do com-HUPES e Professora Substituta do Departamento de Medicina da Faculdade de Medicina da Bahia. Salvador, BA
IIMédico Assistente do Serviço de Clínica Geral do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo - FMUSP e Professor Colaborador da FMUSP. São Paulo, SP
IIIDoutor pela Universidade de São Paulo na área de Cirurgia Torácica, Especialização em Medicina Baseada em Evidências - EBM Centre - Oxford e Especialização no Desenvolvimento de Ensaios Randomizados pela Universidade de Oxford. Membro do Comitê Técnico do Programa Diretrizes da AMB/CFM. São Paulo, SP

 

 

Tema abordado

Especialidade de abrangência: Neurologia, Medicina Intensiva, Ginecologia e Obstetrícia, Cirurgia Vascular, Cardiologia, Clínica Médica, Geriatria e Gerontologia, Hematologia, Pneumologia, Reumatologia

Diretriz a ser consultada: Tromboembolismo Venoso: Profilaxia em Pacientes Clínicos

 

Cenários e questões clínicas

1) Apresentam boa evidência na literatura de que são fatores de risco para TEV em pacientes clínicos internados, EXCETO:

a) doença inflamatória intestinal

b) neoplasia maligna

c) síndrome nefrótica

d) doença respiratória grave

e) hipertensão arterial

2) Quando indicada, a profilaxia para tromboembolismo venoso em pacientes clínicos que internam deve ser mantida:

a) por 7 a 10 dias após a alta, particularmente naqueles com mais de 65 anos

b) até que o paciente volte a deambular

c) por 10 ± 4 dias, mesmo que o paciente tenha alta hospitalar

d) por no máximo 5 dias, evitando-se aumento no risco de sangramentos

e) até a alta hospitalar

3) Considerando-se a perda de mobilidade do paciente que interna, qual dos pacientes abaixo deveria ser avaliado quanto à necessidade de profilaxia de tromboembolismo venoso?

1. Precisa de ajuda da enfermagem para movimentação na cama

2. Movimenta-se sozinho na cama, precisa de ajuda para levantar e não anda

3. Fica de pé sozinho e consegue andar com ajuda

4. Anda sozinho até o banheiro e terraço, mas passa a maior parte do tempo deitado ou sentado

a) somente 1

b) 1 e 2

c) 1, 2 e 3

d) todos

e) somente 4

4) Qual dos esquemas abaixo apresenta doses profiláticas recomendadas na profilaxia de tromboembolismo venoso de pacientes clínicos internados?

a) HNF 5.000 U SC cada 12 horas

b) dalteparina 2.500 U SC 1 vez ao dia

c) enoxaparina 20 mg SC 1 vez ao dia

d) HNF 2.500 U SC cada 8 horas

e) dalteparina 5.000 U SC 1 vez ao dia

5) De acordo com a diretriz brasileira para profilaxia de tromboembolismo venoso em pacientes clínicos internados, a partir de quantos anos a idade passa a ser um fator de risco adicional para tromboembolismo?

a) 40

b) 45

c) 55

d) 60

e) 65

 

Respostas ao cenário clínico: diabetes mellitus gestacional [publicado na RAMB 2009;55(1)]

1. A gestante portadora de DMG não tratada tem maior risco exceto de: Infecção puerperal. (Alternativa E);

2. Na gestante portadora de DMG não tratada, o feto tem maior risco exceto de: Hipercalcemia. (Alternativa D);

3. O teste inicial recomendado para a triagem de DMG é o Teste Oral de Tolerância à Glicose (TOTG) 50g (Alternativa D);

4. Uma das metas para o tratamento da DMG é a Glicose plasmática em jejum < 105 mg/dl (Alternativa A);

5. Entre 20% a 40% dos pacientes que desenvolvem DMG têm risco de desenvolverem DM tipo 2 (Alternativa C).

 


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