Cardiologia/Coração/CirurgCardíaca - Impacto da insulinoterapia prévia no prognóstico dos pacientes diabéticos com síndromes coronárias agudas
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Cardiologia/Coração/CirurgCardíaca

Impacto da insulinoterapia prévia no prognóstico dos pacientes diabéticos com síndromes coronárias agudas

05/01/2011
Arquivos Brasileiros de Endocrinologia e Metabologia
2010-11-17 21:40:31
 
 
Descrição: OBJECTIVE: To determine whether previous insulin treatment independently influences subsequent outcomes in diabetic patients with ACS (acute coronary syndromes). SUBJECTS AND METHODS: 375 diabetic patients with ACS, divided in 2 groups: Group A (n = 69) - previous insulin and Group B (n = 306) - without previous insulin. Predictors of 1-year mortality and major adverse cardiac events (MACE) were analyzed by Cox regression analysis. RESULTS: Group A had more previous stroke (17.4% vs. 9.2%, p = 0.047) and peripheral artery disease (13.0% vs. 3.6%, p = 0.005). They had significantly higher admission glycemia and lower LDL cholesterol. There were no significant differences in the type of ACS, in 1-year mortality (18.2% vs. 10.4%, p = 0.103) or MACE (32.1% vs. 23.0%, p = 0.146) between groups. In multivariate analysis, insulin treatment was neither an independent predictor of 1-year mortality nor of MACE. CONCLUSION: Despite the more advanced atherosclerotic disease, diabetics under insulin had similar outcomes to those without insulin. Insulin may protect diabetics from the expected poor adverse outcome of an advanced atherosclerotic disease.OBJECTIVO: Avaliar se a insulinoterapia prévia influencia de forma independente o prognóstico de diabéticos após uma síndrome coronária aguda (SCA). SUJEITOS E MÉTODOS: 375 doentes diabéticos com SCA, divididos em 2 grupos: Grupo A (n = 69) - sob insulinoterapia prévia e Grupo B (n = 306) - sem insulinoterapia prévia. Os preditores de mortalidade a um ano e de eventos cardíacos adversos maiores (MACE) foram determinados pela regressão de Cox. RESULTADOS: Verificou-se maior proporção de acidente vascular cerebral prévio (17,4% vs. 9,2%, p = 0,047) e doença arterial periférica (13,0% vs. 3,6%, p = 0,005) no Grupo A. Esses doentes apresentaram glicemia na admissão significativamente mais elevada e LDL inferior. Não houve diferenças estatisticamente significativas no tipo de SCA, na mortalidade (18,2% vs. 10,4%, p = 0,103) e MACE (32,1% vs. 23,0%, p = 0,146) em um ano entre os 2 grupos. Na análise multivariada, a insulinoterapia prévia não foi preditor independente nem de mortalidade, nem de MACE em 1 ano.
 
CONCLUSÃO: Apesar da doença aterosclerótica mais avançada, os diabéticos previamente insulino-tratados têm um prognóstico semelhante aos não insulino-tratados. A insulinoterapia crônica poderá proteger os diabéticos da evolução desfavorável própria da doença aterosclerótica avançada.

http://www.isaude.net/pt-BR/publicacao-item/324/111944/impacto-da-insulinoterapia-previa-no-prognostico-dos-pacientes-diabeticos-com-sindromes-coronarias-agudas
 
 


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