Desde meados dos anos 80 a incidência e a mortalidade por câncer cervical uterino em mulheres nascidas desde 1930 têm diminuído na Inglaterra e no país de Gales. A avaliação de tipo screening é a explicação mais provável para tal acontecido. Com a finalidade de determinar a freqüência dos diversos tipos de evolução nas mulheres participantes neste screening, pesquisadores britânicos avaliaram os dados de 348.419 pacientes, procurando identificar as mortes por câncer cervical, com e sem o screening. Os resultados, publicados esta semana na revista British Medical Journal, indicaram que para cada 10.000 pacientes avaliadas, 1564 tinham citologia anormal, 818 foram investigadas, e 543 tinham histologia anormal. Com o screening, os autores avaliaram uma possibilidade de diminuição de quase 40% na mortalidade esperada pelo câncer cervical.
Fonte: British Medical Journal