Nutrologia/Alimentos/Nutrição - Aspartame 1
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Nutrologia/Alimentos/Nutrição

Aspartame 1

13/07/2003

Aspartame é o nome técnico para as marcas comerciais NutraSweet,
Equal, Spoonful e Equal-Measure. Foi descoberto acidentalmente em
1965, quando James Schlatter, um farmacêutico da G. D. Searle
Company, estava fazendo experiências com um remédio anti-úlcera. O
aspartame foi aprovado para alimentos secos em 1981, e para bebidas
gasosas em 1983. Em 1985, a Monsanto adquiriu a G. D. Searle e tornou
a Searle Pharmaceuticals e a The NutraSweet Company subsidiárias
independentes.

O aspartame é, de longe, a substância mais perigosa adicionada a
alimentos do mercado.
É responsável por 75% das reações adversas a aditivos alimentícios
relatadas ao FDA (U. S. Food & Drug Administration). Muitas dessas
reações são gravíssimas, incluindo paradas cardíacas e mortes, como
foi revelado recentemente num relatório de fevereiro de 94, do Depto.
de Saúde dos EUA. Alguns dos 90 sintomas diferentes documentados no
relatório como causados pelo aspartame incluem: Dores de cabeça-
migrenes, Tonturas, Paradas cardíacas, Náusea, Dormência, Espasmos
musculares, Ganho de peso, Fissuras, Depressão, Fadiga,
Irritabilidade, Taquicardia, Insônia, Problemas de visão, Perda da
audição, Palpitação, Dificuldades de respiração, Ataques de
ansiedade, Fala enrolada, Perda do paladar, Zumbido nos ouvidos,
Vertigem, Perda da memória, Dor nas juntas. Segundo os pesquisadores
e médicos que estudaram os efeitos adversos do aspartame, as
seguintes doenças crônicas podem ser ativadas ou agravadas pela
ingestão de aspartame: Tumores cerebrais, Esclerose múltipla,
Epilepsia, Síndrome de fadiga crônica, Mal de Parkinson, Mal de
Alzheimer, Retardamento mental, Linfoma, Defeitos de nascença,
Fibromialgia, Diabetes.

O aspartame se compõe de três produtos químicos: ácido aspártico (40
%), fenilanina (50 %) e metanol (10 %). O livro "Prescription for
Nutritional Healing", de James e Phyllis Balch cita o aspartame na
categoria de venenos químicos. O Dr. Russell L. Blaylock, professor
de neurocirurgia da Medical University of Mississippi publicou
recentemente um livro descrevendo em detalhe os danos causados pela
ingestão excessiva de ácido aspártico do aspartame e de ácido
glutâmico do glutamato monossódico. O Dr. Blaylock usou quase 500
citações científicas para provar como o excesso de aminoácidos
excitativos livres, como os ácidos aspártico e glutâmico, em nossa
alimentação, estão causando graves disfunções neurológicas crônicas,
e mais uma infinidade de outros sintomas agudos.

Como o glutamato e o aspartato causam danos ?
O aspartato e o glutamato agem como neurotransmissores no cérebro,
facilitando a transmissão de informações, de um neurônio a outro. O
excesso de aspartato ou glutamato no cérebro mata certos neurônios,
permitindo a entrada de excesso de cálcio nas células. Esta entrada
causa quantidades excessivas de radicais livres, que matam as
células. Os danos às células nervosas que podem ser causados pelo
excesso de aspartato e glutamato são o motivo de estes serem chamados
de "excitotoxinas". Eles "excitam" ou estimulam as células nervosas
até a morte das mesmas.

O ácido aspártico é um aminoácido. Se tomado em sua forma livre (não
ligado a proteínas), ele aumenta significativamente o nível de
aspartato e glutamato no plasma do sangue. O excesso de aspartato e
glutamato no plasma do sangue logo após a ingestão do aspartame, ou
de produtos com ácido glutâmico livre (precursor do glutamato) leva a
um nível elevado desses neurotransmissores em certas áreas do
cérebro. O ácido aspártico causou perfurações no cérebro de ratos.

A fenilanina é um aminoácido normalmente encontrado no cérebro.
Pessoas com a disfunção genética chamada fenilcetonúria, não
conseguem metabolizar a fenilanina. Isso leva a níveis perigosamente
altos (às vezes letais) de fenilanina no cérebro.

Já foi demonstrado que a ingestão de aspartame, especialmente em
conjunto com carbohidratos, pode levar a níveis excessivos de
fenilanina no cérebro, mesmo em pessoas que não sofrem de
fenilcetonúria. Isso não é apenas uma teoria, visto que muitas
pessoas que ingeriram grandes quantidades de aspartame durante um
longo período de tempo, e não têm fenilcetonúria, demonstraram níveis
excessivos de fenmilanina no sangue. Esses níveis podem fazer baixar
o nível de seratonina no cérebro, levando a disfunções emocionais,
como depressão. Foi demonstrado, em testes com humanos, que os níveis
de fenilanina no cérebro aumentavam significativamente em pessoas que
consumiam aspartame de maneira crônica. Mesmo uma única dose de
aspartame elevava os níveis de fenilanina no sangue. Em seu
depoimento perante o Congresso dos Estados Unidos, o Dr. Louis J.
Elsas demonstrou que o alto teor de fenilanina no sangue pode ser
concentrado em partes do cérebro, e é particularmente perigoso para
recém-nascidos e fetos. Ele também demonstrou que a fenilanina é
metabolizada com muito mais eficiência por roedores do que por
humanos.

Um caso de níveis extremamente altos de fenilanina causados pelo
aspartame foi publicado recentemente no "Wednesday Journal", num
artigo intitulado "Um pesadelo com aspartame". John Cook começou a
tomar 6 a 8 bebidas "diet" por dia, todos os dias. Seus sintomas
começaram com perda de memória e dores de cabeça freqüentes. Ele
começou a sentir mais necessidade de ingerir bebidas adoçadas com
aspartame. Sua condição se deteriorou a tal ponto, que seu estado de
espírito variava brusca e amplamente, com acessos de fúria violentos.
Embora ele não sofresse de fenilcetonúria, um exame de sangue revelou
um nível de fenilanina de 80 mg/dl. Ele também demonstrou
funcionamento anormal do cérebro e danos ao mesmo. Depois que
abandonou o hábito do aspartame, seus sintomas melhoraram
dramaticamente.

Como o Dr. Blaylock observa em seu livro, os estudos iniciais medindo
o acúmulo de fenilanina no cérebro tinham falhas. Os pesquisadores
que mediram regiões específicas do cérebro e não tiraram a média no
cérebro inteiro, observaram aumento significativo nos níveis de
fenilanina. Especificamente nas áreas do hipotálamo, da medula
oblongada e do corpo estriado, ocorriam os maiores aumentos de
fenilanina. O Dr. Blaylock prosseguiu observando que o acúmulo
excessivo de fenilanina no cérebro pode causar esquizofrenia ou
tornar a pessoa mais suscetível a ataques. Portanto, o uso excessivo
de aspartame a longo prazo pode dar um ímpulso à venda de inibidores
de reerguimento de seratonina, como Prozac e outras drogas de
controle da esquizofrenia e ataques.

O metanol/álcool de madeira é um veneno mortal.
Algumas pessoas podem se lembrar do metanol como o veneno que levou
alguns alcoólatras à cegueira ou à morte. O metanol é gradualmente
liberado no intestino delgado, quando o grupo metil- do aspartame
encontra a enzima quimotripsina. A absorção do metanol no corpo é
acelerada consideravelmente quando se ingere metanol livre. O metanol
livre é criado a partir do aspartame quando este é aquecido a mais de
30 graus Celsius. Isso acontece quando o produto é incorretamente
armazenado, ou quando aquecido (por exemplo, durante o preparo de
um "alimento" como gelatina). O metanol, no corpo, se decompõe em
ácido fórmico e formaldeído. O formaldeído é uma neurotoxina fatal.
Uma avaliação do órgão de controle ambiental dos EUA (EPA =
Environment Protection Agency) declara que o metanol "é considerado
um veneno cumulativo, devido à sua baixa taxa de excreção, depois de
absorvido. No corpo, o metanol é oxidado para formaldeído e ácido
fórmico; ambos metabolizados tóxicos". Um litro de bebida adoçada com
aspartame contém cerca de 56 mg de metanol. Consumidores em grandes
doses de produtos contendo aspartame chegam a ingerir até 250 mg de
metanol por dia, ou seja, 32 vezes o limite fixado pelo EPA. Os
sintomas do envenenamento por metanol incluem dores de cabeça,
zumbido nos ouvidos, tonturas, náusea, distúrbios gastro-intestinais,
fraqueza, vertigem, calafrios, lapsos de memória, dormência e
pontadas nas extremidades, distúrbios comportamentais e neurite. Os
problemas mais conhecidos do envenenamento pelo metanol são problemas
de visão, incluindo visão nublada, contração progressiva do campo
visual, visão difusa, visão escurecida, danos à retina e cegueira. O
formaldeído é um cancerígeno conhecido, causa danos à retina,
interfere com a reprodução do DNA e causa defeitos de nascença.

Devido à falta de algumas enzimas, os humanos são muito mais
sensíveis aos efeitos tóxicos do metanol que os animais. Sendo assim,
os testes do aspartame em animais não refletem precisamente o perigo
para os seres humanos. Como foi observado pelo Dr. Woodrow C. Monte,
Diretor do Laboratório de Ciência Alimentar e Nutrição da
Universidade do Arizona, "NÃO há estudos em humanos ou mamíferos para
avaliar os possíveis efeitos mutagênicos, teratogênicos ou
cancerígenos da administração crônica do álcool metílico."

Ele se preocupou tanto com as questões de segurança não solucionadas,
que abriu um processo junto à FDA (Food & Drug Administration Agency)
dos Estados Unidos, solicitando uma audiência para tratar dessas
questões. Ele pediu à FDA para "retardar a questão dos refrigerantes
o suficiente para que se respondam algumas das perguntas mais
importantes. Não é justo deixar o ônus da prova sobre alguns poucos
de nós, que temos recursos tão limitados. É preciso lembrar que a FDA
é o último defensor da público americano. Depois que permitirem o uso
(do aspartame) não haverá literalmente nada que eu ou meus colegas
possamos fazer para reverter o curso dos acontecimentos. O aspartame
então irá se unir à sacarina, agente sulfitante, e só Deus sabe
quantos outros produtos duvidosos se reunirão para insultar a
constituição humana com a aquiescência do governo." Pouco depois, o
comissário da FDA, Arthur Hull Hayes Jr. aprovou o uso do aspartame
em bebidas gasosas, e em seguida deixou esse cargo para trabalhar na
empresa de relações públicas que atendia a conta da G. D. Searle.

Foi observado que alguns sucos de frutas e bebidas alcoólicas contêm
pequenas quantidades de metanol. É importante lembrar, contudo, que o
metanol nunca aparece sozinho. Sempre há a presença do etanol,
geralmente em proporções muito maiores. O etanol é um antídoto para a
toxicidade do metanol em seres humanos.

As tropas da Guerra no Deserto foram "tratadas" com grandes
quantidades de bebidas adoçadas com aspartame, que haviam sido
aquecidas a mais de 30 graus C pelo sol da Arábia Saudita. Muitos
deles voltaram para casa com diversas disfunções, semelhantes às
notadas em pessoas que sofreram envenenamento químico com
formaldeído. O metanol livre nas bebidas pode ter sido um fator
contributório nessas doenças.

Num ato de 1993, que somente pode ser descrito
como "inconscientizável", o FDA aprovou o aspartame como ingrediente
em diversos alimentos que sempre seriam aquecidos acima de 30 graus C.

A dicetopiperazina é um produto da decomposição do aspartame.
Já foi implicada na ocorrência de tumores cerebrais. O Dr. John Olney
observou que a dicetopiperazina, quando nitrosada nos intestinos,
produzia um composto muito semelhante à N-nitrosuréia, um produto
poderoso que causa tumores no cérebro. A G. D. Searle fez
experiências com animais para verificar a segurança da
dicetopiperazina. O FDA constatou a ocorrência de vários erros
experimentais, inclusive "erros burocráticos, animais trocados,
animais não recebendo as drogas que deveriam receber, amostras
patológicas perdidas devido a manuseio inadequado", além de muitos
outros. Esses procedimentos de laboratório desleixados podem explicar
porque tanto os animais de teste como os de controle tiveram 16 vezes
mais tumores cerebrais do que seria de se esperar em experiências
dessa extensão. Eis algumas informações sobre a decomposição:

                       na data  6 meses  36 meses
                     de envase   depois    depois
                     ---------  -------  --------
Aspartame               550 mg   155 mg     19 mg
Éster metil L-fenilanina  0 mg    29 mg     13 mg
Dicetopiperazina          0 mg   136 mg    173 mg
L-aspartifenilanina       0 mg   158 mg    189 mg
L-fenilanina              0 mg    42 mg    101 mg


A dicetopiperazina também foi implicada como causa de pólipos
uterinos e mudanças no nível de colesterol no sangue pela
toxicologista do FDA, Dra. Jacqueline Verrett, em seu depoimento
perante o Senado americano.

Os componentes do aspartame podem levar a uma grande variedade de
doenças.
Alguns desses problemas ocorrem gradualmente, outros causam reações
imediatas e agudas. Há uma população enorme de gente que está
sofrendo de sintomas para os quais o aspartame contribuiu, porém não
imaginam porque as ervas ou remédios não ajudam a aliviar os seus
problemas. Há outros usuários de aspartame que parecem não estar
tendo reações imediatas ao aspartame. Contudo essas pessoas estão
suscetíveis a lesões a longo prazo, causadas por aminoácidos,
fenilanina, metanol e dicetopiperazina. Algumas das muitas disfunções
que mais me preocupam são as seguintes:

Defeitos de nascença.
A Dra. Diana Dow Edwards, uma pesquisadora, recebeu verbas da
Monsanto para estudar possíveis defeitos de nascença causados pelo
aspartame. Depois que os dados preliminares mostraram informações
nocivas sobre o aspartame, a verba para esse estudo foi cortada. Um
geneto-pediatra na Emory University testemunhou que o aspartame está
causando defeitos de nascença. No livro "While Waiting: A Prenatal
Guidebook", do Dr. George R. Verrilli e Anne Marie Mueser, diz-se que
há suspeita de que o aspartame cause lesões ao cérebro de pessoas
sensíveis. Um feto pode ser posto em risco em função desses
efeitos... alguns pesquisadores propuseram que doses elevadas de
aspartame podem ser associadas a problemas que variam da tontura e
mudanças cerebrais sutis ao retardamento mental.

Câncer cerebral.
Em 1981, Satya Dubey, estatístico do FDA, declarou que os dados sobre
tumores cerebrais em função do aspartame eram tão "preocupantes", que
ele não poderia recomendar a aprovação do NutraSweet. Num estudo de
dois anos conduzido pelo fabricante do aspartame, doze dos 320 ratos
alimentados com dieta normal e aspartame desenvolveram tumores no
cérebro, ao passo que nenhum dos ratos de controle teve qualquer
tumor. Cinco dos 12 tumores foram em ratos que receberam doses
pequenas de aspartame.

A aprovação do aspartame foi uma violação à Emenda Delaney, que
supostamente deveria impedir que substâncias cancerígenas como o
metanol (formaldeído) e a dicetopiperazina entrassem em nossa cadeia
alimentar. O finado Dr. Adrian Gross, toxicólogo do FDA, testemunhou
perante o Congresso americano que o aspartame era capaz de causar
tumores no cérebro. Isso tornou ilegal para o FDA fixar qualquer
dosagem diária permissível. Em seu depoimento, ele declarou que os
estudos da Searle eram "muito pouco confiáveis", e que "ao menos um
desses estudos demonstrou sem sombra de dúvida que o aspartame é
capaz de induzir câncer cerebral em cobaias". Ele concluiu seu
depoimento perguntando "Qual é o motivo da aparente recusa do FDA a
invocar para este aditivo alimentar a assim chamada Emenda Delaney ao
Ato para Alimentos, Drogas e Cosméticos ?  E se o próprio FDA resolve
violar as leis, quem sobrará para proteger a saúde do público ?

"Em meados da década de 1970, descobriu-se que o fabricante do
aspartame falsificou os estudos de diversas formas. Uma das técnicas
usadas foi extirpar tumores das cobaias e devolvê-las às pesquisas.
Outra técnica usada para falsificar os estudos foi listar animais que
haviam morrido, como tendo sobrevivido às experiências. Além disso, o
ex-funcionário do fabricante de aspartame Raymond Schroeder declarou
ao FDA, em 13 de julho de 1977, que as partículas de dicetopiperazina
eram tão grandes que até os ratos conseguiam distingui-las do seu
alimento normal.

É interessante notar que a incidência de tumores cerebrais em pessoas
com mais de 65 anos de idade aumentou em 67% de 1973 a 1990. Os
tumores cerebrais em todas as faixas etárias aumentaram 10%. O maior
aumento foi entre os anos de 1985 a 1987. Em seu livro "Aspartame
(NutraSweet). É seguro?", o Dr. H. J. Roberts oferece provas de que o
aspartame pode causar uma forma particularmente perigosa de câncer -
linfoma cerebral primário.


Fonte: Livro de Blay Lock

 


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