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18-04-2003
As amostras foram encontradas por pesquisadores da Universidade de Copenhagen e pertencem à plantas que existiram na Terra há pelo menos 400 mil anos.
Antes de publicar seu trabalho na revista Science, no dia 18 de abril, a equipe de pesquisadores dinamarqueses liderada pelo Dr. Eske Wisllersley solicitou a laboratórios respeitados, como o da Universidade de Oxford, que comprovassem a veracidade do feito.
Como resposta, o reconhecimento. "Penso que se trata do DNA mais antigo já encontrado. Outras pessoas fizeram esta afirmativa anteriormente, mas nenhuma pôde contestar nossa descoberta", afirmou Thomas Gilbert, da Universidade de Oxford, que acompanhou os passos da equipe.
Achado Provavelmente, o - antiqüíssimo - material genético conservou-se por ter sido mantido dentro de geleiras, na Sibéria. As amostras pertenceriam à cerca de 19 famílias de plantas - considerada de três a quatro vezes mais antigas do que qualquer outra seqüência genética já encontrada.
Os pesquisadores explicaram que as ervas dominavam as paisagens mais antigas. Sua presença, porém, foi diminuindo até que os arbustos predominassem, há aproximadamente 10 mil anos. Esta hipótese pode explicar a extinção de boa parte dos grandes mamíferos da região, um milênio depois.
Para permitir a análise durante o estudo, o DNA foi quebrado em pequenos pedaços - o que impossibilitaria, por exemplo, a recriação de espécies pré-históricas. "A clonagem é impossível neste momento. Seria preciso conseguir toda a seqüência", avaliou Thomas Gilbert.
Outras amostras encontradas na Sibéria são de animais: mamutes e bisões, que viveram há cerca de 30 mil anos.
Fonte: BBC News
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